domingo, 15 de setembro de 2019
Artes
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Acervo sobre pintor Pedro Américo está sendo digitalizado

André Luiz Maia / 02 de julho de 2017
Foto: Marcos Santos/USP Imagens (Fotos Públicas)
Preservar a memória parece ser um desafio constante ao brasileiro, logo, uma iniciativa para mantê-la é bem-vinda. Todo o acervo do Museu Casa Pedro Américo, de Areia, está passando por um processo de digitalização, com o intuito de facilitar o acesso ao trabalho do artista plástico paraibano. O trabalho está sendo desenvolvido por professores da Universidade Federal da Paraíba e da Universidade Federal do Maranhão, com a autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Comente no fim da matéria.

O Professor Silvano Alves Bezerra, da UFMA e que já foi da UFPB, é um importante pesquisador da história e da arte de Pedro Américo. Ele está catalogando as obras, junto com a professora Marta Bezerra, da UFPB, e transformando os trabalhos do pintor em arquivos digitais.

Após a digitalização, os materiais ficarão disponíveis para os pesquisadores na Secretaria de Cultura e Turismo de Areia, que funciona na Casa José Rufino, no centro da cidade.

Silvano Bezerra dedica mais de 20 anos a pesquisar sobre a obra e a história de Pedro Américo. Ele está montando uma coletânea com 25 títulos de livros, alguns escritos pelo próprio Pedro Américo.

O pintor é um dos nomes mais significativos das artes plásticas do país, notadamente reconhecido pelo quadro “O grito do Ipiranga”, mas também foi professor universitário no Brasil e na Bélgica, caricaturista, ensaísta, líder trabalhista, romancista e deputado na primeira Câmara Federal republicana.

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