terça, 13 de novembro de 2018

Edinho Magalhães
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Ranking de Eficiência 2018

16 de setembro de 2018
Com o tema: “Brasil Presente, País do Futuro: “Qual o Papel dos Estados?”,  o Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com institutos internacionais e com a Tendências Consultoria Integrada, lançou nesta última sexta, em São Paulo, a 7ª Edição do Ranking de Competitividade dos Estados e o Prêmio Excelência em Competitividade de 2018.

O estudo teve ampla repercussão em Brasília pelo período eleitoral que estamos vivendo e ele foi pautadopela atuação de líderes públicos em 10 áreas-chave, apresentando um diagnóstico da atual situação do Brasil. Disponível em uma plataforma online, o ranking traz as performances estaduais em 68 indicadores distribuídos entre 10 pilares: Sustentabilidade Ambiental, Capital Humano, Educação, Eficiência da Máquina Pública, Infraestrutura, Inovação, Potencial de Mercado, Solidez Fiscal, Segurança Pública e Sustentabilidade Social.

Todos os governadores brasileiros foram convidados e os governadores da Paraíba e de Pernambuco haviam confirmado presença.

Em 2017, a Paraíba teve média geral boa que a deixou em 10° lugar entre os 27 Estados.

Agora em 2018, segundo o CLP, figura em 9° lugar, o melhor desempenho da região Nordeste. No quesito mais sensível para os dias de hoje, a Segurança Pública, a Paraíba ficou numa posição nacional mediana (13°), porém em 1° lugar do Nordeste. Lembrando que o posicionamento do ranking se deu antes da fuga em massa do PB1. Observa-se que, apesar de estar bem posicionada no ranking geral, a Paraiba tem alguns problemas específicos que a fazem figurar entre os piores Estados do país, como produtividade de trabalho, formalidade de trabalho, IDH, destinação de lixo, execução orçamentária e desigualdade de renda.

Vejam como ficou a posição do Estado em todos os10 pilares temáticos do ranking e em quais setores a Paraíba apresentou maior fragilidade, indicando o que se deve melhorar/priorizar para o próximo Governo:

1-Potencial de Mercado: 8°;

2-Infra estrutura: 4°;

3-Capital Humano:16°, ficando em 20° em ‘qualificação profissional’ e 24° em ‘produtividade de trabalho’;

4- Educação: 14°, ficando: ENEM:16°; IDEB: 20°; PISA: 19°

5-Sustentabilidade social: 16°, sendo: ‘acesso saneamento água’: 17°; ‘desigualdade de renda’: 26° (só perde para o DF); ‘famílias abaixo da linha de pobreza’: 21°;‘IDH (Indice de Desenvolvimento Humano): 22°; ‘formalidade de trabalho’:23°; ‘segurança alimentar’:22°; e, ‘mortalidade precoce’: 20°.6-Segurança Pública: 13°; sendo: ‘segurança no trânsito’: 22° e ‘segurança pessoal’: 18°

7-Solidez Fiscal: 14°, sendo: ‘autonomia fiscal’: 22º; e, ‘execução orçamentária’: 23°;

8-Eficiência da máquina pública: 17°, sendo: ‘número de comissionados’: 16°; ‘custo judiciário’: 18°; ‘custo legislativo’: 20°

9- Inovação: 8°, sendo o primeiro do nordeste;

10- Sustentabilidade Ambiental: 14°, sendo:‘destinação do lixo’: 21°.

Posse no STF

A posse do ministro Dias Toffoli na presidência do STF foi bastante prestigiada, tanto na solenidade no plenário da Corte como depois no jantar oferecido para mais de 1.5 mil convidados em casa de recepção no setor de clubes, em Brasília. O presidente do TJ-PB, Joás de Brito foi um dos convidados de honra com assento reservado na primeira fila de autoridades.

Posse no STF 2

O novo presidente do STF , que foi assessor jurídico do PT, chefe da consultoria jurídica da Casa Civil com o ex-ministro José Dirceu e chefe da AGU, no governo Lula, fez um discurso emocionado pregando “união, perdão e tolerância”. Resta saber para quem...

Seminário do TCU

O ministro do TCU, paraibano Vital do Rêgo estará compondo a mesa de abertura do seminário que o Tribunal de Contas da União estará promovendo em São Paulo no próximo dia 19, sobre ‘melhoria da competitividade e modernização estatal’.

Seminário do TCU 2

O seminário irá expor estratégias de abordagens, destacando ações para combate às disfunções na burocracia nacional que geram impacto negativo no ambiente de negócios, prejudicando os serviços públicos, a eficiência da indústria e o desenvolvimento nacional.

Votos Brancos e Nulos

Levantamento realizado pela Câmara dos Deputados revela que entre 2002 e 2014 o número de eleitores que votaram em branco ou nulo praticamente dobrou. Nestas eleições a disputa pela Câmara Federal ganha uma enorme importância devido a ‘cláusula de desempenho’. Caso as legendas não atinjam determinada votação, poderão perder o direito de receber recursos do Fundo Partidário e o acesso ao horário gratuito de rádio e TV.

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