sábado, 16 de fevereiro de 2019

Sony Lacerda
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O vai e volta de Berg

20 de dezembro de 2018
Eu fico me perguntando quando essa situação envolvendo o retorno de Berg Lima, prefeito afastado de Bayeux por mais de um ano, ao comando do município será encerrada, seja para voltar de uma vez ou ser afastado definitivamente. O que vivenciamos nos últimos meses é que um dia a Justiça manda voltar, no outro proíbe o retorno. Ação vai, ação vem, e a população é quem mais tem sofrido com essa instabilidade política e administrativa (sim, porque a cidade está entregue).

Alguém poderia perguntar como Berg Lima teria coragem de reassumir o cargo diante do escândalo que o envolve, chegando até mesmo a ser preso em flagrante. Aliás, foi proibido pela Justiça de colocar os pés na prefeitura. Mas, se cabe direito a defesa, que assim seja. A essa altura do campeonato, acredito que a população não confie plenamente em uma getsão de alguém que ainda não conseguiu prover inocência diante das acusações de um suposto envolvimento com o recebimento de propina.

Berg é otimista e acho até que tem quer ser. Ontem, durante entrevista ao Correio Debate, ele disse acreditar que o sentimento de justiça predomina sim em grande parte da população de Bayeux. Disse ainda que é o momento de resgatar a “paz política e estabilidade administrativa e financeira do município”. Falou em construção de uma nova história para a cidade.

Espero que não passe de palavras bonitas. A situação de Bayeux é difícil, mas não por conta de Berg apenas. O problema é que a população confiou nele um mandato de prefeito acreditando que seria diferente, mas infelizmente não passou de mais uma decepção. Cabe agora Bayeux aguardar os últimos dois anos de mandato. Se chegar até la... (André Gomes)

Expectativa

Já começou a bolsa de apostas para a continuação do anúncio do governador diplomado João Azevêdo dos nomes que farão parte do secretariado. O socialista prometeu para amanhã a divulgação, mas não confirmou horário. Ele deve anunciar os nomes que faltam para compor o segundo escalão. Nomes como o do deputado estadual Lindolfo Pires podem estar na lista. O PT ainda não desistiu de emplacar o nome do deputado Anísio Maia, que não conseguiu se reeleger.

Ausências

Grande parte da bancada do Governo do Estado na Assembleia Legislativa deixou de comparecer à sessão de ontem. É que foram prestigiar o lançamento do livro ‘Paraíba Gestão Pública 2011-2018 – Oito anos de Legado’, que registra as ações de Ricardo Coutinho em seus oito anos como governador do Estado. Ou seja, votação será a toque de caixa hoje.

Presença

O governador diplomado João Azevêdo esteve presente no lançamento do livro ‘Paraíba Gestão Pública 2011-2018’. Foi prestigiar o companheiro e mentor político. Disse estar feliz por ter feito parte da história. Agora, cabe a João escrever a dele a partir de 1º de janeiro, tentando superar obras e ações realizadas por Ricardo.

Barreira pede socorro

Por meio do deputado Aguinaldo Ribeiro, o ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua, autorizou, no início da tarde ontem, o empenho no valor de R$ 65 milhões para execução das obras da nova etapa do projeto de contenção da Barreira do Cabo Branco. O projeto já havia sido apresentado ao Ministério pelo prefeito Luciano Cartaxo, em novembro, e teria sido considerado pelo Ministério como o mais completo e o que seria adotado pelo Governo Federal.

Que assim seja!

O deputado federal, reeleito, Pedro Cunha Lima divulgou ontem o valor da economia feita no gabinete dele no Congresso, com algumas medidas. No total, mais de R$ 2,7 milhões. “Uma decisão tomada em 2015 e que vai me acompanhar, por obrigação, enquanto eu estiver na vida pública”. E completou: “Não pode faltar saneamento básico e esbanjar auxílio-moradia. Isso, simplesmente, está errado e precisa mudar”.

Números

A Diretoria de Gestão de Pessoas do TJPB, por meio das gerências de Controle e Acompanhamento, de Desenvolvimento de Gestão de Pessoas e de Qualidade de Vida, promoveu a distribuição e instrução de 66 mil processos administrativos no biênio 2017/2018, o que representa uma média de 3 mil processos por mês. Desse total, 36 mil foram movimentados este ano. Os dados constam nos Relatórios da Digep.

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