domingo, 16 de junho de 2019

Edinho Magalhães
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Maranhão em Defesa do DNOCS

12 de abril de 2019
Diante da notícia de que o DNOCS – Departamento Nacional de Obras Contra a Seca irá sofrer forte corte de investimentos devido à política de contingenciamento da área econômica do Governo Federal, ameaçando a manutenção de barragens sob a responsabilidade do órgão, o coordenador do DNOCS na Paraíba, Alberto Gomes, alertou as bancadas estadual e federal do Estado para a iminente paralisação dos projetos de combate à seca no semi-árido e, em consequência disso, a possibilidade de extinção do próprio órgão.

Alberto Gomes está sugerindo a criação de uma ampla frente parlamentar a fim de que os deputados e senadores, unidos, possam atuar em defesa do DNOCS em Brasília. O senador José Maranhão vai mais além. Ele acredita que “a frente deva ser mais ampla, reunindo a bancada nordestina para tratar do interesse comum de vários Estados da região”.

Para o ex-governador não é nenhuma novidade como o DNOCS vem sendo tratado há décadas, pelos sucessivos representantes do Governo Federal: “a cada gestão uma parte do desmonte”. Para Maranhão, “é preciso revitalizar o DNOCS que há muito tem sido mantido de forma equivocada, a começar pelo próprio nome: não se combate um fenômeno natural e perene como a seca; se convive com ela. E o DNOCS vem justamente para prover e permitir essa convivência”. Maranhão deve se mobilizar em Brasília nos próximos dias para tratar do assunto e lamenta a “política de desmonte do Governo justamente sobre um órgão que tem tratado com eficiência o seu propósito”. E sentencia: “O DNOCS precisa ser fortalecido com autonomia administrativa, financeira e com gestão de excelência”.

Reunião da Bancada

A bancada federal da Paraiba se reuniu na noite da última quarta-feira na Câmara dos Deputados para recepcionar os prefeitos do Estado que vieram à Brasília na ‘Marcha dos Prefeitos’. Mais de uma centena deles estiveram ao longo desta semana na Capital Federal.

Gervásio: Previdência é mais valiosa que o FPM...

Durante a reunião o deputado Gervásio Maia criticou a Reforma da Previdência, lembrando que os recursos transferidos da União para os beneficiários da Seguridade Social e da Previdência, são maiores do que os do FPM: “70% das cidades do Nordeste são assim”.

...Por isso é Contra a Reforma!

Gervásio traçou o seguinte raciocínio: “ainda que o recurso da previdência vá para a conta do beneficiário, diferente do FPM que vai para a Prefeitura, ao final, esse dinheiro é gasto na cidade, movimentando a economia gerando emprego e renda”. E conclui: “por isso a Reforma não poderá, jamais, atingir os mais necessitados como os beneficiários do BPC.”

Coordenação

Para o coordenador da bancada, deputado Efraim Filho, “a reunião dos parlamentares com os prefeitos é sempre oportuna, pois o encontro aproxima as ideias e as expectativas, com atualização das demandas e a busca por soluções aqui mesmo em Brasília.”

Governador em Brasília

O Governador João Azevedo esteve em Brasília esta semana para reunião na sede da AGU na tarde da última terça. João e os governadores de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte estão conversando com a área jurídica da AGU sobre um termo de compromisso relativo aos desdobramentos da transposição do Rio S. Francisco.

Governador em Brasília 2

Em conversa com a coluna o governador falou da importância do encontro “para se ter uma segurança jurídica sobre os termos dessa cooperação entre os Estados do Nordeste e a União”.

Efraim é ‘Fortim’

Durante a reunião o deputado Wellington Roberto arrancou risos da platéia quando indicou que a solução para a maioria dos problemas ali elencados teriam solução com o coordenador da bancada: “Efraim tem o presidente da Câmara e do Senado, o Chefe da Casa Civil e os Ministérios da Saúde e Agricultura do mesmo partido dele. Ele é a solução!”

Alegria, Alegria

Efraim parece ter gostado do comentário, pois logo depois não conseguia se segurar para anunciar que, já na próxima quarta-feira, estaria novamente com a Ministra da Agricultura para tratar de demandas da Paraíba. O ataque de risos foi contagiante.

 

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