sábado, 16 de fevereiro de 2019

Sony Lacerda
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Combate à violência política

10 de janeiro de 2019
Observatório Legislativo da Violência Política. Ainda é um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados, mas cujo tema tomou corpo após as eleições de 2018. Primeiro, um atentado contra o agora presidente da República, Jair Bolsonaro, aliado a discursos de ódio e violência gerados pela pelo partidarismo político. A proposta é do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

O observatório será formado por pelo menos 20 parlamentares e terá a função de acompanhar, apurar e denunciar atos de violência, agressão física, intimidação, ameaça, ofensa, injúria ou ato de intolerância que ocorra em função de escolha eleitoral ou posição política. A proposta é boa, mas é preciso ter objetivos claros, quando se trata de política no Brasil, as coisas se confundem um pouco. Isso ficou mais claro ainda no período eleitoral e mais ainda entre o 1º e 2º Turno.

Outra coisa, o observatório deveria servir para que os todos os parlamentares combatessem esse discurso de ódio. Um País já tão massacrado economicamente, não precisa de violência e, ainda mais, política. Já escrevi uma vez nesse espaço que doido é quem briga - no sentido de ir as vias de fato - por político e/ou política. No outro dia, eles estão de mãos dadas e vocês, aí, intrigados ou com um peso de uma atitude impensada. Porque, sim, todo ato impensado, tem consequências.

Em entrevista, Reginaldo Lope afirmou que a violência é resultado da polarização política “movida pelo ódio”.

“Vivemos em um país a cada dia mais polarizado, e os extremos são mais evidentes e mais agressivos. É importante para a construção da paz que a sociedade faça o seu papel, respeitando as diversidades, sejam elas políticas ou sociais”. De acordo com o texto do projeto, a duração do observatório será de uma legislatura (um mandato parlamentar de quatro anos).

Pauta extensa

A Associação dos Professores de Licenciatura Plena do Estado da Paraíba enviou o Ofício nº 001/2019, pedindo audiência ao governador João Azevedo. Na pauta de reivindicações da categoria estão o novo piso salarial, Plano de Cargos e Carreira, aposentadoria com remuneração integral e questões relacionadas às condições de trabalho. “Lutaremos até que nossas reivindicações sejam atendidas”, garantiu o presidente da APLP, Bartolomeu pontes.

Homenagem

A Prefeitura de João Pessoa inaugura, hoje, a “Escola Municipal Joacil de Brito Pereira”. Será às 9h, no Parque do Sol. Além dos familiares do homenageado, o presidente do TJPB, desembargador Joás de Brito, sobrinho de Joacil, estará presente. Joacil foi deputado federal, advogado e presidente da Academia Paraibana de Letras e do IHGP.

Na agulha

Sobrinha do senador diplomado Veneziano Vital do Rego, Pâmela Vital do Rego, de 25 anos, deve assumir nos próximos dias a titularidade do mandato na Câmara de Campina Grande. Quem deve abrir a vaga é o vereador Doutor Olímpio. Lembrando que Pâmela é do MDB e não seguiu o tio na mudança de legenda, pensando já em ocasiões como esta.

Produtividade

O Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio das Câmaras e do Pleno, apreciou um total de 44.735 processos durante o biênio 2017/2018. As informações estão contidas nos relatórios de produtividade emitidos pelas assessorias de cada unidade: Tribunal Pleno; Primeira Seção Especializada Cível; Segunda Seção Especializada Cível; Primeira, Segunda, Terceira e Quarta Câmaras Cíveis; Câmara Criminal e Conselho da Magistratura.

Se acalme

Deputados da base governistas estariam insatisfeitos porque as nomeações no Diário Oficial estão saindo e, até agora, os aliados não retornaram ao Governo. A rádio peão apurou que seria uma estratégia do Governo para garantir de vez a eleição de Adriano Galdino para a presidência da Mesa Diretora da Assembleia. Mas, também pode ser apenas um enxugamento de praxe por parte da nova gestão.

Lados

O deputado Tovar Correia Lima que, dizem, não quer ser o líder da bancada de oposição na ALPB de jeito nenhum, resolveu dar um pitaco ao programa Correio Debate (CorreioSat): “essa ansiedade dos governistas só deve durar até o dia 1º (data da posse e eleição)”. Já o líder do Governo, Hervásio Bezerra, disse que problema é perfeitamente normal e que João, assim como Ricardo, tem um jeito de governar.

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