quinta, 18 de outubro de 2018

Sony Lacerda
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Bayeux, um estudo de caso

16 de janeiro de 2018
Bayeux: um estudo de caso de que “não há nada ruim que não possa piorar ainda mais”. A cidade não “dá uma dentro”, como diria lá em ‘nóis’, quando o assunto é política. Um prefeito afastado - Berg Lima -, por suposto recebimento de propina, que chegou a ser preso, depois solto, com o processo correndo.

Tudo por conta de um vídeo, e que agora apareceu um segundo. Um vice-prefeito, que virou prefeito - Luiz Antônio - que não foi preso, mas que enfrenta a mesma acusação de suposto recebimento de propina e, no meio desse redemoinho, o povo e uma Câmara Municipal, que sinceramente não está ajudando em nada.

Ô minha gente, vocês acham isso bonito ou correto? Não, não é. Nem aqui, nem do outro lado da China. Entramos na segunda semana de janeiro e a cidade não tem orçamento para 2018. Tudo isso porque os vereadores da base de Berg estariam travando a votação. O intuito?

Só não é ajudar. É emperrar a vida do atual prefeito. E eu nem vou aqui defender quem quer que seja. Agora, deve ter algum órgão de Justiça que possa fazer alguma coisa. Será que tudo tem que ser politicagem? É uma pena chegarmos a esse ponto.

Pensem bem, vocês vereadores só estão dando de bandeja discurso para oposição. Eh! Não estão vendo isso. Porque política cega.

O engraçado é que quando chega no período eleitoral, só tem santos, honestos, os melhores amigos do povo. E vale para todo o Estado, para o Brasil #cey A população precisa começar a sair desse estado de torpor político e reagir.

Não precisa nem bater panela, nem quebrar vidro. Basta ir às urnas, votoar, mas votar consciente. Ou preferem ter de volta as mesmas figurinhas carimbadas, que só pensam neles. Apenas neles. Ou acorda agora, ou nem perca tempo. Continue dormindo e sonhando...

Ar da graça

Sumido do cenário político, o empresário e ex-deputado (estadual e federal) Domiciano Cabral deu o ar da graça, ontem, em contato com a reportagem do Correio. Ainda filiado do DEM, Domiciano avalia o quadro eleitoral para definir, na hora certa, se vale a pena disputar um mandato nas eleições de outubro.

Pedra Cantada

Indagado sobre a situação de instabilidade política na cidade de Bayeux, onde tem atuação política, junto com sua esposa, a ex-prefeita Sara Cabral, Domiciano afirmou: “Eu cantei essa pedra há muito tempo”.

Comentário

Domiciano disse que, durante a campanha eleitoral para prefeito, chegou a comentar: “Do jeito que vai, Bayeux vai ser uma nova Santa Rita”.

Horrorizado

Assim como o ex-deputado Domiciano Cabral, o ex-prefeito de Bayeux, médico Expedito Pereira, se diz horrorizado com os escândalos de repercussão nacional que tomaram conta da Prefeitura Municipal de Bayeux.

Decepção

Berg Lima foi a maior decepção em Bayeux desde que a cidade existe. Surgiu como o salvador da pátria e foi flagrado com a mão na botija..

Banco de dados

O supervisor do Comitê do Fórum Nacional da Saúde do CNJ, Arnaldo Hossepian Júnior, e o coordenador de Saúde do TJPB, juiz Marcos Salles, se reuniram com o desembargador Joás de Brito. Eles apresentaram o e-NatJus, banco de dados que auxilia o juiz com pareceres, em processos que envolvam à saúde pública.

Varredura

O Fisco Estadual precisa fazer uma varredura em muitas pequenas cidades que têm movimentação no comércio, mas ignoram uma coisa chamada nota fiscal. Ou seja: a sonegação é grande.

Crise?

Em dezenas de cidades, não se sabe o que é crise em alguns ramos do comércio, principalmente no de material de construção, tudo por conta da sonegação fiscal.

Sonegação

Outro setor em que a sonegação rola solta é o de venda de produtos para a agropecuária. No setor de alimentos e de móveis e eletrodomésticos, acontece a mesma coisa.

Incremento

Imagine o incremento financeiro que ganhariam os cofres públicos se o Fisco obrigasse os comerciantes a emitirem notas fiscais como determina a lei.

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