quarta, 25 de novembro de 2020

Trânsito
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Planejados para dar mais fluidez ao trânsito, rotatórias acabam sendo um transtorno

Aline Martins / 30 de janeiro de 2016
Foto: Nalva Figueiredo
Destinados a melhorar a fluidez do trânsito em uma cidade, os giradores, assim como outras obras aplicadas no trânsito, têm prazo de validade, e porque a frota de veículos aumenta a cada ano. Quem está dentro da rotatória tem a preferência como determina a legislação de trânsito, mas na prática não é assim que acontecem, pois muitos motoristas “apressadinhos” avançam passando na frente como podem ser observados na rotatória do final da Avenida Ministro José Américo de Almeida (Beira Rio) e em frente à Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa. Gerando assim muito conflito e buzinaço. Esses dois pontos são considerados saturados, segundo informou especialista em trânsito.

O girador do final da Avenida Beira Rio, que recebe veículos de quatro vias públicas: avenidas Beira Rio e Monsenhor Odilon Coutinho, e ruas Paulino Pinto e João Cyrillo, já está sendo considerado saturado, de acordo com o presidente da ONG Etev (ONG Educar para o Trânsito Educar para a Vida), especialista em trânsito Luiz Carlos André. A solução seria a curto prazo a implantação de semáforo para ordenar o fluxo e a posterior, um pequeno viaduto, que também é uma medida que tem prazo de validade.

O desenvolvedor de software, Kleber Santos, 32 anos, passa todos os dias por esse local porque trabalha em uma empresa na área e precisa desviar o percurso em uma das vias para evitar o tráfego na área. Ele poderia seguir pela Rua Paulino Pinto, mas ele entra em uma a esquerda para poder pegar a Avenida Monsenhor Odilon Coutinho. “O tráfego é mais intenso na primeira rua e não temos preferência em horário de pico. De manhã por volta das 8h e na hora do almoço, 13h. Eu acho que deveriam colocar o semáforo para pelo menos orientar”, afirmou.

Leia a reportagem completa no jornal Correio da Paraíba

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