terça, 26 de janeiro de 2021

Cidades
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Sete casos de exploração por dia e MPT e PMCG lançam campanha contra trabalho infantil

Fernanda Figueirêdo / 01 de junho de 2016
Foto: Divulgação
O Parque do Povo deveria ser um lugar só de festa e diversão, mas é um lugar onde crianças e adolescentes correm o risco de serem exploradas. O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT) e a Prefeitura de Campina Grande (PMCG), com a participação dos comerciantes e o apoio da população, querem evitar que esses casos continuem acontecendo. Ontem, foi lançada a campanha contra a exploração do trabalho infantil no período junino, que inclui a exploração sexual, considerada uma das piores formas de trabalho, com o lema “O trabalho infantil não dignifica ninguém”. No ano passado, foram, em média, sete casos, por dia.

“Crianças foram flagradas vendendo mercadoria, catando material reciclado ou sendo exploradas sexualmente no Parque do Povo, mas o número reduziu 58%. Estamos chamando à responsabilidade os órgãos públicos, autoridades e a própria sociedade, para que não compre, não compactue e não participe da exploração da criança e do adolescente”, afirmou o procurador do Ministério do Trabalho em Campina Grande, Raulino Maracajá.

O lançamento da Campanha aconteceu no Sítio São João, em Campina Grande, com um café da manhã e a participação de artistas que apoiam a iniciativa e que estão na grade de programação do ‘Maior São João do Mundo’, como Amazan, Poeta Francinaldo e Fabiano Guimarães.

 

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