quarta, 25 de novembro de 2020

Saúde
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Emlur diz que terrenos baldios são os principais vilões na luta contra o Aedes

Aline Martins / 02 de janeiro de 2016
Foto: Assuero Lima
Em 2015, a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) da Capital notificou mais de 2.770 terrenos baldios por falta de limpeza em João Pessoa. Segundo o órgão, as demandas aumentaram após o início da campanha de alerta e combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya, zika e que está relacionado a casos de microcefalia. Em um período de 15 dias, houve um aumento de 143% na quantidade de denúncias.

Um leitor do Jornal Correio, que preferiu não se identificar, denunciou que o terreno da Rua Itamar Neiva há anos vive tomado pelo matagal e pelo lixo. Ele teme que o filho de três meses de idade fique doente porque no local há vários insetos transmissores de doenças. Ele lembrou qualquer objeto que possa servir de acúmulo de água é propenso a ser mais um foco para a reprodução do mosquito da dengue.

A reportagem foi até o local e procurou saber se vizinhança temia contrair doenças, mas eles preferiram não falar. O gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Nilton Guedes, comentou que uma tampinha de garrafa com água, por exemplo, pode ser um foco inicial para a infestação do mosquito Aedes aegypti.

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