domingo, 17 de janeiro de 2021

Religião
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Arquidiocese lança nesta quarta-feira a Campanha da Fraternidade 2017

Da redação / 01 de março de 2017
Foto: Divulgação
Nesta quarta-feira (1º) acontece o lançamento oficial da Campanha da Fraternidade 2017. Na edição deste ano o tema será “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e, o lema, “Cultivar e guardar a criação”, que foi retirado do livro de gênesis. No Brasil, existem seis biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Na Paraíba, a Igreja Católica vai abordar dois biomas - Mata Atlântica e Caatinga.

“Ao abordá-los, vamos entender melhor suas características e seus problemas para que, à luz da fé, questionemos os desafios atuais desses biomas e dos povos que neles vivem. Vamos discutir o que podemos e devemos fazer em defesa e em respeito à criação que Deus nos deu não para maltratar e destruir e sim para ‘cultivar e guardar’”, afirmou o padre responsável pela Campanha, cônego Egídio de Carvalho Neto.

“Cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, que correspondem a grandes espaços geográficos com as mesmas características físicas, biológicas e climáticas, onde ali vive grande número de espécies de plantas e animais, é o chamado que nos faz, em nome de Deus, a Igreja do Brasil, através desta Campanha da Fraternidade 2017”, explicou o Cênego Egídio. Ele explicou ainda, que, historicamente, o país sofre com o uso irresponsável dos bens naturais e com a interferência direta do homem na natureza e no planeta.

“Durante este tempo quaresmal, a CF quer ajudar a construir uma cultura de fraternidade entre nós, apontando para a justiça e denunciando ameaças e violações da dignidade e dos direitos. É na vida fraterna, amiga e solidária que encontramos a síntese da Boa Nova trazida por Jesus. Neste ano de 2017, o chamado da Igreja é lançado a todas as pessoas de boa vontade a enfrentar com compromisso as palavras do Criador que nos convida a “cultivar e guardar a criação”. A nossa caminhada de fé não nos deixa ser indiferentes à realidade de violência e de descaso com que são tratados os biomas brasileiros”, finalizou o Côn. Egídio.

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