terça, 16 de julho de 2019
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TRE ajusta plano para eleições na Paraíba

Renata Fabrício / 12 de setembro de 2018
Foto: ANTÔNIO RONALDO
A Justiça Eleitoral realizou na tarde dessa terça-feira (11) uma reunião a portas fechadas com representantes da segurança pública, na sede da Justiça Federal em Campina Grande. Participaram da reunião o Comando Regional do Exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Bombeiros e Polícia Civil. O acesso foi restrito aos participantes e para a imprensa foram liberadas apenas breves imagens da reunião. Para a região de Campina Grande, a PM deve contar com reforço de mais de 1,4 mil homens, sendo 500 somente para atuar no município. Já os Bombeiros devem trabalhar com 70 homens na prevenção de mal estar de eleitores, entre outros incidentes.

De acordo com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Romero Marcelo da Fonseca, o objetivo foi promover o contato entre os juízes eleitorais da região e os representantes da segurança pública, além de apresentar e atualizar os planos de segurança para o pleito que acontece no dia 7 de outubro.

“Não tivemos nenhuma deliberação. Foi uma reunião com as forças de segurança para apresentar aos juízes eleitorais da região de Campina Grande o planejamento de segurança destas instituições para as eleições. É uma forma de fazer entrar em contato os juízes eleitorais com as autoridades policiais. Cada uma apresentou seu planejamento, e nós temos o nosso planejamento de segurança, que é altamente complexo, envolve 10 mil mesários, deslocamento de viaturas, transmissões e a algo que exige planos setoriais e que precisamos acompanhas a evolução até a realização das eleições”, explicou.

O desembargador também falou que não há necessidade do pedido de tropas federais ou vigência da lei seca no período eleitoral em Campina.

Tropas federais

O presidente do TRE disse que a convocação das tropas exige uma situação de anormalidade, que nós não temos. “Estamos vivenciando, graças ao comportamento da população e partidos políticos envolvidos, clima de nenhum acirramento. Estamos numa disputa eleitoral democrática e que não exige a convocação das tropas federais, pelo menos até o momento”, disse.

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