segunda, 18 de janeiro de 2021

Policial
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Ações do GOE e MP prendem quadrilha suspeita de tráfico e roubos na Grande JP

Redação do Portal Correio / 15 de maio de 2017
Foto: Divulgação/Secom-PB
Cinco pessoas suspeitas de integrar organizações criminosas que atuavam na Região Metropolitana de João Pessoa foram presas em ações da Polícia Civil ocorridas na quinta-feira (11) e sábado (13). De acordo com o balanço das atividades, divulgado nesse domingo (14), foram apreendidas com os suspeitos 10 armas de fogo, 1,5 kg de cocaína em pó, crack, balança de precisão, entre outros objetos utilizados para a comercialização de entorpecentes.

As ações prisões e apreensões foram comandadas pelo Grupo de Operações Especiais (GOE), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.

Foram presos Eduardo da Cruz Lima Júnior, conhecido como Juninho, de 19 anos; Ana Cláudia da Silva Lima, taxista, de 28 anos; José Carlos Santos Silva, o Zé Carlos, de 23 anos; Falviano Jonas Silva de Souza, conhecido como Biano, de 19 anos; e ainda Danilo Chagas Siqueira, o Dragão, de 26 anos.

De acordo com o delegado do GOE, Allan Terruel, após todas as investigações e levantamentos necessários, foi realizada a primeira abordagem na quinta-feira, quando foi preso o Dragão, no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa.

“Na sexta, prendemos o Zé Carlos e o Biano, no bairro São José, com os quais foram apreendidas duas armas de fogo e um quilo de cocaína em pó. Já no sábado, foram presos Eduardo e Ana Cláudia, com oito armas de fogo e mais meio quilo de cocaína, desta vez na cidade de Bayeux”, explicou a autoridade policial.

O delegado ainda destacou a importância da ação integrada com o Ministério Público Estadual. “O Gaeco atuou em conjunto com o GOE observando toda a evolução criminosa das lideranças de organizações em nível estadual. Assim, pudemos retirar esses suspeitos de circulação, desarticulando tais grupos”, frisou Terruel.

Todos os presos foram encaminhados para a sede do GOE, no Centro de João Pessoa, onde foram realizados os procedimentos de flagrante e permanecem à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia.

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