quinta, 19 de outubro de 2017
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Pneus jogados em rua do bairro José Américo ainda servem de criadouro do Aedes

Ana Daniela Aragão / 24 de março de 2016
Foto: Arquivo
Há uma semana, o Jornal Correio denunciou que pneus estavam acumulando água em um terreno baldio no bairro de José Américo, na Capital, há mais de um mês. A reportagem recebeu queixa da população novamente e e voltou ao local ontem, e eles ainda permaneciam no lugar. Parte deles foram encontrados em outros pontos do terreno.

Os donos das borracharias próximas ao local, afirmaram que há um tempo, a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), não estava fazendo coleta.

O diretor do Centro de Zoonoses, Nilton Guedes, havia confirmado o atraso da coleta e informado que as providências estavam sendo tomadas. Ele explicou que as secretarias de Saúde, de Meio Ambiente e Emlur fariam, juntas, a retirada dos pneus. Segundo ele está ficando caro para a prefeitura arcar com um dever que é das empresas que produzem os pneus. “Então estamos querendo um convênio com elas para que ajudem com os custos”, disse.

Ontem, Nilton Guedes informou que o lugar para depositar os pneus foi encontrado. “A Emlur ficou responsável pelo recolhimento dos pneus. Ontem, dois caminhões fizeram coletas na cidade. A Semam vai continuar com as fiscalizações. O lugar escolhido foi um depósito ao lado do cemitério Boa Sentença, na Capital. Os borracheiros devem ir até o local para receber orientações. Haverá uma pessoa para atender das 8h as 14h da tarde.”, disse.

Assis Freire, superintendente-adjunto da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), disse que a medida é emergencial, pois a obrigação é das empresas que produzem as peças.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba.

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