domingo, 17 de janeiro de 2021

Cidades
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Ofertas de venda pássaros a anabolizantes podem ser encontradas no mundo virtual

Da redação / 29 de maio de 2016
Foto: Assuero Lima
Cada vez mais pessoas físicas, que não têm nenhum vínculo empresarial, estão explorando as redes sociais para comercialização de objetos. O Facebook, inclusive, já apresenta dentro da própria plataforma “Grupos de vendas” (opção localizada em Favoritos) que reúnem vendedores e compradores da mesma localidade em que o usuário da conta reside. Em João Pessoa, há vários grupos desse tipo, alguns abertos, onde qualquer um pode ter acesso aos produtos ofertados, e outros privados, que dependem de aceitação por parte dos administradores.

A diversidade de itens para venda é enorme. E como não há nenhum tipo de fiscalização ou controle das postagens, a plataforma acaba abrindo margem para a comercialização de produtos de procedência duvidosa e até ilegais.

No “mercado online do Facebook”, achamos inúmeros anúncios de imóveis, veículos, eletroeletrônicos, calçados e móveis disponíveis para venda. Mas encontramos também comercialização de pássaros, anabolizantes, aparelhos irregulares que permitem acesso a todos os canais da TV paga, sem precisar pagar assinatura mensal e até pessoas oferecendo empréstimo.

Para o jornalista Ricardo Oliveira, especialista em Mídias Digitais, as redes sociais facilitam como um todo o processo de propagação da informação, do que é bom e também do que é ruim. “Ao oferecer o serviço pelo Facebook, por exemplo, o agiota consegue divulgar mais rápido o que ele quer vender. Mas ele continuaria vendendo se tivesse apenas uma salinha, por exemplo. Certamente iria demorar mais para emplacar, mas não deixaria de fazer”, ponderou.

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