sexta, 04 de dezembro de 2020

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Nova ameaça da zika: vírus é encontrado em muriçoca

Redação Com agências / 03 de março de 2016
Foto: Arquivo
A facilidade de disseminação do vírus da zika em mosquitos culex contaminados em laboratório foi confirmada ontem pela pesquisadora Constância Ayres, do projeto de vetores da instituição Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco. “Isso significa que, em laboratório, o vírus conseguiu escapar de algumas barreiras no mosquito e chegou à glândula salivar”, explica a pesquisadora. O culex é o mosquito comum, popularmente conhecido como muriçoca ou pernilongo. Durante o segundo dia do workshop A, B, C, D, E do vírus Zika, realizado no Recife, a bióloga apresentou os resultados preliminares da investigação que mostram a disseminação do vírus para a glândula salivar do mosquito, por onde aconteceria a transmissão da doença para humanos.

Após realizar três infecções em cerca de 200 mosquitos culex (as duas primeiras em dezembro do ano passado e a terceira em fevereiro), a pesquisa mostra a competência vetorial do pernilongo em laboratório. Os resultados da são parciais, pois ainda não é possível afirmar se o pernilongo é capaz de transmitir.

De acordo com Constância Ayres, a próxima etapa da investigação consiste em analisar o material de campo que está sendo coletado.

“Nas casas e onde acontecem registros de caso de zika estão sendo coletados mosquitos das duas espécies (Aedes aegypti e culex). Trazemos esse material para o laboratório e fazemos os testes moleculares para detectar o vírus nessas espécies. Tendo realizada uma grande quantidade de amostras, poderemos ter uma ideia se o Aedes é

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