quinta, 04 de março de 2021

Justiça
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Promotor espera pena de 20 anos para Gilberto Stuckert

Redação / 28 de setembro de 2015
Foto: Assuero Lima
O promotor do caso da professora Briggida Rosely de Azevedo Lourenço, morta há três anos, Marinho Mendes, disse que espera uma pena de, pelo menos, 20 anos para o acusado do crime, Gilberto Lyra Stuckert Neto. O julgamento do fotógrafo está acontecendo nesta segunda-feira (28), em João Pessoa.

"Nossa expectativa é que seja feita justiça e o réu seja condenado a pena de 20 anos", disse Marinho Mendes.

Porém, o juiz Marcos Willian de Oliveira, explicou que a pena para o caso julgado é de 12 a 30 anos de prisão, mas que tudo irá depender do desenrolar do julgamento.

Durante a manhã foram escutadas as testemunhas de acusação e defesa. Contudo, apenas o pai do réu estava na lista da defesa e não compareceu ao julgamento, alegando problemas de saúde. Stuckert também foi ouvido. Ele confessou ter matado a professora e se disse arrependido.

"Acabei com minha vida e a dela. Eu não sou o que a mídia diz na televisão. Não premeditei nada, não procurei que isso acontecesse. Peço perdão pelo que fiz mas não foi porque eu quis", disse.

Entenda o caso



A professora universitária Briggida Rosely de Azevedo Lourenço, 28 anos, foi encontrada morta  na tarde do dia 19 de junho de 2012. Ela estava caída ano chão da sala do apartamento 203, no edifício Pétalas, no bairro dos Bancários, em João Pessoa. Ela foi estrangulada.Na época, a família da professora informou à polícia que o fotógrafo Gilberto Stucker estava separado da ex-mulher Briggida havia um mês, mas não aceitava o término do relacionamento.

Gilberto Stuckert estava morando em Brasília, quando pediu demissão do emprego e retornou à João Pessoa. Ao chegar na cidade, telefonou para a ex-mulher e disse que queria conversar. Após o crime, o acusado teria telefonado à mãe de Briggida, afirmando  ‘ter perdido a cabeça e feito uma besteira’.

Nove meses depois do crimes, Stucker Netose entregou à justiça.



 

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