sábado, 23 de janeiro de 2021

Justiça
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Justiça condena fotógrafo a 17 anos de prisão pela morte da professora Briggida

Redação / 28 de setembro de 2015
O fotógrafo Gilberto Lyra Stuckert Neto, acusado de matar a ex-esposa Briggida Rosely de Azevedo Lourenço no dia 19 de junho de 2012, foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão. A sentença foi lida no início da noite desta segunda-feira (28) pelo juiz Marcos William de Oliveira, após cerca de 10 horas de julgamento, no 1º Tribunal do Júri de João Pessoa.

A pena deverá ser cumprida, inicialmente, em regime fechado. Stuckert está preso desde o dia 5 de março de 2013. Após a morte de Briggida, ele chegou a ficar foragido por um tempo, mas se apresentou à polícia e confessou o crime. A penitenciária onde ele ficará recolhido ainda será definida.

Pela manhã, no momento em que o acusado era ouvido pelo júri, ele alegou estar arrependido de ter cometido o crime.

A professora universitária Briggida Rosely de Azevedo Lourenço, 28 anos, foi encontrada morta  na tarde do dia 19 de junho de 2012. Ela estava caída ano chão da sala do apartamento 203, no edifício Pétalas, no bairro dos Bancários, em João Pessoa. Ela foi estrangulada.Na época, a família da professora informou à polícia que o fotógrafo Gilberto Stucker estava separado da ex-mulher Briggida havia um mês, mas não aceitava o término do relacionamento.

Gilberto Stuckert estava morando em Brasília, quando pediu demissão do emprego e retornou à João Pessoa. Ao chegar na cidade, telefonou para a ex-mulher e disse que queria conversar. Após o crime, o acusado teria telefonado à mãe de Briggida, afirmando  ‘ter perdido a cabeça e feito uma besteira’.

Nove meses depois do crime, Stucker Netose entregou à justiça.

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