terça, 24 de novembro de 2020

João Pessoa
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Crise não abala os sonhos e pessoense mantém perspectiva otimista para 2016

Luana Barros / 01 de janeiro de 2016
Foto: Luana Barros
O brasileiro viveu, em 2015, um dos momentos mais complicados dos últimos 20 anos e ao término de um ano desolador, motivado pelas crises política e econômica que afetou a todos e marcado por notícias negativas como a corrupção, o desemprego, o aumento da inflação, as dúvidas sobre o cenário político, o Correio Online foi às ruas saber qual a expectativa do paraibano para 2016. E eles mostraram que não desanimam. O otimismo prevaleceu e a crença de que dias melhores virão permanece firme nos corações de todos os que foram entrevistados.

O Taxista Antonio Carlos, por exemplo, não perde as esperanças. "Financeiramente o ano de 2015 foi um desastre, porém, espero que o ano de 2016 seja melhor em todos os aspectos. Pensar positivamente é a melhor forma de começar um ano, pois, trabalhamos dignamente, dando duro todo o dia e só queremos melhorias de vida", falou.

A empresária Poliana Lima destacou que 2015 foi um ano complicado, mas que não deixou a crise afetar sua vida. "Venho evoluindo com o passar dos anos e não me deixei levar pela situação que o Brasil se encontra. Batalhei bastante e o que eu espero é que 2016 seja um ano de mais crescimento e evolução para minha vida", ressaltou.

O porteiro Edmilson Ramos também está confiante de que 2016 será um ano repleto de coisas boas. "Penso com otimismo, com certeza vai ser melhor. Espero que 2016 traga mais paz, amor e felicidade para minha vida e para a vida de todos os brasileiros. Pois, o que precisamos é de amor ao próximo, ajudar uns aos outros para que possamos evoluir", contou.

Por outro lado o aposentado Germano Lins, disse que só haverá melhorias se for aprovado o impeachment da Presidente Dilma Rousseff. "Eu não vejo nada de evolução com essa presidente no poder, nada irá mudar em 2016, está tudo indo por água abaixo. Os brasileiros pedem socorro, nosso país está gritando por saúde, educação e segurança", disse.

 

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