domingo, 19 de novembro de 2017
João Pessoa
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Perigo na hora de atravessar passarelas e pontes de JP

Maurílio Júnior / 27 de outubro de 2015
Foto: Rafael Passos
Quem atravessa pontes e passarelas de João Pessoa deveria ser sentir seguro por estar trafegando por um espaço reservado para os pedestres. Mas, a realidade encontrada na Capital durante uma vistoria feita pela Defesa Civil e o Ministério Público Estadual foi outra. O encontrado nos equipamentos foi ferragens soltas, ineficiência de drenagem, fissuras e dilatação.

Ao todo foram vistoriados 33 equipamentos, sendo oito passarelas metálicas, quatro passarelas de concreto, nove pontes e 12 viadutos nos quais foram identificados problemas que podem dificultar a circulação, sobretudo de pessoas com mobilidade reduzida e outros que, se não sanados imediatamente, podem ocasionar prejuízos futuramente.

E, embora o relatório ainda não tenha sido concluído, pelo menos três pontos requerem uma maior atenção da coordenadoria da Defesa Civil. O viaduto da Avenida Pedro II, o viaduto das Três Lagoas, em Oitizeiro, e a ponte do Rio Jaguaribe, informou o coordenador Noé Estrela.

“Talvez o ponto mais crítico seja o viaduto da Avenida Pedro II, onde tem tido um distanciamento do aterro com a parte estrutural. E com isso há o risco de ceder. Mas ainda não podemos precisar 100%, pois devemos aguardar o relatório final”, disse , Noé Estrela.

Problemas relativos à manutenção e oxidação das partes metálicas, além de fissuras no concreto são os mais frequentes. Porém, apesar de todos os problemas detectados, para Noé Estrela, a população não deve se preocupar com a segurança ao trafegar nesses locais, pois se trata de uma vistoria de caráter preventivo.

“Os relatórios acompanhados de documentos e fotos serão encaminhados aos órgãos responsáveis pelo equipamento, solicitando o reparo quando necessário”, disse o coordenador da Defesa Civil de João Pessoa, Noé Estrela.

A vistoria teve como objetivo evitar problemas como deslizamentos ou danos que coloquem em risco a segurança de quem trafega pelos locais. “Alguns equipamentos são de responsabilidade do governo estadual ou federal e com os relatórios em mãos, vamos solicitar os reparos dos responsáveis”.

 

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