sábado, 12 de junho de 2021

João Pessoa
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Onde até a polícia passa aperto a criminalidade atua

Aline Martins / 06 de setembro de 2015
Foto: Rafael Passos
Ocupação desordenada do espaço urbano, falta de saneamento básico, precária assistência social e à saúde. Vielas e becos estreitos que impedem a passagem, por exemplo, de uma ambulância e até mesmo de uma viatura policial.  Assim é a favela, que alguns preferem chamar de comunidade, mas o nome em nada muda a situação.

Quando a garantia dos direitos básicos à população estão deficitários, moradores ficam vulneráveis à criminalidade, segundo especialistas. Uns se rendem ao crime,  todos ficam reféns.

A reportagem foi desafiada por um policial a conhecer a realidade de três comunidades de João Pessoa, porque ele não aguenta mais ver calado o estado de abandono das pessoas e nem seus comandados passarem aperto para combater o crime.

Boa Esperança, Vale das Palmeiras II e Riacho Doce, todas no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, mas poderia ser em qualquer outro bairro e até numa favela de outra cidade.

Tudo acontece igual, em qualquer lugar do País. E quem pensa que está seguro porque não mora na favela, não escapa da violência alimentada pela favelização das cidades.

Leia mais na edição deste domingo (6) do Jornal Correio da Paraíba. 

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