segunda, 14 de junho de 2021

João Pessoa
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Obra da Lagoa se arrasta e pedestres reclamam de falta de segurança e espaço

Aline Martins / 24 de setembro de 2015
A Lagoa está mais insegura e sem espaço para os pedestres. Um trecho das vias implantadas para os ônibus no anel externo já deveria ter sido aberto, segundo cronograma anunciado pela Prefeitura, mas o espaço segue cercado de tapumes, tirando assim mais um espaço de passagem do pedestre. Muitos ainda se arriscam ao lado dos veículos para poder passar. Barraqueiros ainda continuam, mas, segundo eles, continuam até o fim do tráfego no anel interno.

Após o fim do expediente em um shopping das imediações, a balconista Marília Cruz, 33, vai para a Lagoa para pegar um ônibus, mas com as obras e a retirada dos comerciantes a situação ficou caótica. “Todo mundo sai junto, mas mesmo assim a gente vive levando carreira. Domingo, a gente saiu do trabalho de noite quando a gente viu um homem nu escondido em uma árvore e começou a chamar quem passava mostrando tudo. Quem não fica com medo? Está muito esquisito”, comentou.

Mas o problema não é só a pouca movimentação e a insegurança, mas a falta de calçadas. No cruzamento da Avenida Miguel Couto com Parque Solon de Lucena há uma placa avisando para o pedestre seguir adiante, mas o pedestre só consegue ver quando está em cima da placa. A vendedora Patrícia Silva, 26, e o seu pai de 75 anos quase iam sendo atropelados ontem por um ônibus na Rua Diogo Velho.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba.

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