domingo, 17 de novembro de 2019
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Fios baixos pelas ruas de João Pessoa assustam moradores

Aline Martins / 13 de julho de 2019
Foto: Assuero Lima
Apesar de visualizar aquele emaranhado de fios, às vezes é difícil distinguir o que é e o que não é gambiara. Em várias ruas da cidade de João Pessoa, se observa postes de iluminação com uma variada quantidade de fios de energia, telefonia, cabos de internet e de TV por assinatura. Devido ao excesso, alguns deles acabam ficando baixos ou mesmo se rompendo. Situações assim tem preocupado aqueles que caminham por perto.

Na Avenida Tabajaras, no Centro, o problema existe há meses. No Parque Solon de Lucena, nas proximidades de restaurantes e de uma rede de supermercado, as pessoas já passam e veem como algo rotineiro. O operador Ronaldo Pereira de Souza comentou que na semana passada um caminhão derrubou vários fios que estavam baixos no Parque Solon de Lucena. “Um risco porque os fios foram parar na passagem dos veículos. Imagina um fio desse enrolar na corrente de uma moto? Pode acontecer um acidente grave. Mas também tem o risco para os carros e pedestres. É preciso que façam alguma coisa”, destacou.

Já no bairro de Jaguaribe, na Avenida João Machado, os fios se romperam e ficaram pendurados no trecho onde passam os pedestres. “Quando eu vejo uma situação assim eu tenho medo até de passar por perto porque a gente não sabe se é fio de energia, de telefone… O bom é evitar, mas tem hora que não tem jeito”, afirmou a monitora Adriana Costa. No mesmo bairro, na Avenida Vasco da Gama, os moradores e comerciantes da área amararam os fios para que não ficassem soltos.

Também no Parque Solon de Lucena, nas proximidades de restaurantes e uma rede de supermercado, há um posto de iluminação elétrica que está quebrado. “Quando teve um acidente com um ônibus aqui na Lagoa [em junho do ano passado], a gente chamou o pessoal da Energisa para ver. Ele olharam, tiraram fotos e depois não fizeram nada. O que está segurando esse poste são esses cabos porque senão já tinha caído”, comentou o vendedor Severino Leandro.

Sem resposta

A reportagem do Jornal CORREIO entrou em contato com a concessionária de energia na Paraíba, a Energisa, mas até o fechamento desta matéria não foram enviadas as respostas em relação aos pontos citados na matéria.

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