sábado, 19 de junho de 2021

Cidades
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Falta veneno para matar mosquito da dengue e aumenta o índice de infestação

Bruna Vieira/Ainoã Geminiano / 26 de novembro de 2015
Foto: Arquivo
A falta de veneno para matar as larvas do Aedes aegipti contribuiu para a situação epidêmica, pelo menos, no interior do Estado. Em Campina Grande, foram seis meses sem receber o larvicida, segundo a coordenadora da Vigilância Ambiental do município, Rossandra Oliveira.

“Paramos de receber em maio, o que recebíamos a cada dois meses. Na última segunda-feira enviaram 30 kg. Torcemos para que dê até o final do ano. O MS repassa para o Estado, que nos repassa. O problema foi nacional. Nunca tínhamos enfrentado desabastecimento”, revelou.

A coordenadora informou que houve aumento no índice de infestação de dengue no período. “No Liraa de julho aumentou de 4,9 para 7,6. Em outubro, 42 bairros tiveram decréscimos e nove acréscimo. A nota técnica dizia para orientarmos à população sobre os cuidados nas visitas domiciliares que ocorrem a cada 70 dias. O larvicida e o fumacê são importantes, mas a maior arma é a população se conscientizar e fazer seu dever de casa”, ressaltou.

O ministro Marcelo Castro informou que o desabastecimento no País já foi resolvido. “Houve um pequeno atraso, mas está tudo regularizado. Não vai faltar larvicida, nem inseticida, é prioridade do governo. Não haverá falta de recursos”, garantiu.

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