domingo, 19 de maio de 2019
Campina Grande
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Operação para impedir transporte clandestino teve início nessa segunda

Wênia Bandeira / 13 de março de 2019
Foto: Assuero Lima
Quem passa nas proximidades do Terminal Rodoviário Argemiro Figueiredo, em Campina Grande, já está acostumado a ouvir nomes de municípios sendo gritados para apontar o destino de motoristas que fazem o transporte clandestino entre cidades. Desde segunda-feira (11), todos estão sendo retirados em uma operação que não tem data prevista para ser encerrada.

Somente no primeiro dia, 15 clandestinos, entre motociclistas e carros foram autuados. A operação está acontecendo de forma conjunta entre Departamento de Estrada e Rodagem (DER), Companhia de Policiamento de Trânsito (CPTran), Companhia de Policiamento Rodoviário (CPRV), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP).

De acordo com o gerente de tTânsito da STTP, Daniel Araújo, a atuação será diária e a perspectiva é continuar durante todo o ano. Como ontem, os condutores dos veículos já tinham conhecimento da ação, apenas duas motos foram autuadas.

“Estamos agindo contra o transporte público dentro da cidade também, mas principalmente quem sai de Campina Grande em direção a outros municípios. Eles sempre dizem que estão trabalhando, que não são bandidos, mas praticar o transporte remunerado de passageiros sem autorização é infração de trânsito”, comentou o gerente.

Punição. Os motoristas foram autuados com infração de natureza média, que rende quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa R$ 130. “Como estamos seguindo orientação recebida pela Polícia Militar mediante solicitação do Ministério Público do Estado, o trabalho vai continuar o dia inteiro e todos os dias”, acrescentou Daniel Araújo.

Este tipo de transporte também pode ser visto nas proximidades do Terminal Rodoviário Severino Camêlo, em João Pessoa, mas a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) informou que a operação não está acontecendo na Capital. Os usuários do serviço não manifestaram opinião sobre o assunto, mas pediram atenção aos valores cobrados.

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