quarta, 21 de outubro de 2020

Campina Grande
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Campina Grande preserva sua memória histórica através de praças e prédios tombados

Renata Fabrício / 15 de janeiro de 2017
Foto: ANTÔNIO RONALDO
Na Paraíba, todas as edificações consideradas históricas e tombadas oficialmente pelo Governo do Estado devem ser preservadas. Em Campina Grande, de 1997 a 2015, são quase 40 ruas, além de praças e prédios que foram tombados através de seis decretos estaduais. Dessa maneira, a maior parte das edificações que formam o Centro Histórico da cidade mantém a arquitetura em arte déco conservada.

A antiga reitoria da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), hoje Museu de Artes Assis Chateaubriand (Maac), foi o primeiro dos prédios tombados. Quase 40 ruas formam todo o mapa do Centro Histórico da cidade, tombado em 2004. O prédio mais antigo da cidade, o Museu Histórico, que também já foi usado como o Telégrafo Nacional e anteriormente como prisão de revolucionários da época, ainda conserva as paredes construídas há mais de 200 anos.

A última grande obra de reparação em um prédio histórico de Campina foi concluída em 2014. O Cine São José, que ficou fechado por cerca de 30 anos, teve um investimento de mais de R$3 milhões. Logo em seguida, teve a revitalização interna da Biblioteca Central.

Para o historiador Thomas Bruno Oliveira, a situação do patrimônio histórico de uma cidade também tem a ver com a arte e resgata a cultura da época.

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