terça, 26 de janeiro de 2021

Campina Grande
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Campanha quer aumentar doações de transplante na Paraíba

Fernanda Figueirêdo / 05 de setembro de 2015
Foto: Divulgação
Enquanto o ‘Setembro Verde’ não gera frutos, na Paraíba, 646 pessoas aguardam por um transplante. Eram 573 em maio deste ano. É o caso do aposentado Ivo Cardoso, que, há 12 anos, está na fila de transplante, um  dos 348 pacientes à espera de um rim. A diretoria do Hospital Antônio Targino, em Campina Grande, único do Estado que realiza transplantes de rim, alerta para a redução de doações.

Segundo o diretor José Targino, diretor do Hospital Antônio Targino, há doações intervivos e de doador com morte cerebral confirmada. No primeiro caso, geralmente o doador é um parente, enquanto no segundo a doação depende da autorização da família do paciente com morte encefálica. E é o número deste doador morto que tem caído no hospital.

José Targino pontua que, em Campina, atuam 25 funcionários da Central de Transplantes da Paraíba.   “Onde esses funcionários estão que não orientam os familiares a doarem os órgãos de seus parentes? Se estivessem realmente atuando não estaríamos com esse déficit de órgãos”, disse.

Leia mais na edição deste sábado (5) do Jornal Correio da Paraíba. 

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