domingo, 13 de junho de 2021

Campina Grande
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151 anos de Campina Grande: Museu de Arte Popular também conta a história da cidade

Renata Fabrício / 11 de outubro de 2015
Foto: Chico Martins
Foi através de uma mente brilhante que nasceu um dos monumentos mais bonitos e ousados de Campina Grande, que completa 151 anos, neste domingo (11). O Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), aberto ao público há pouco mais de um ano, é também uma das últimas obras projetadas por Oscar Niemayer. Mais que uma construção convencional, a estrutura de cerca de mil metros quadrados de área construída, é considerada uma obra de arte pela Gerdau, por causa dos grandes desafios impostos pela engenharia e limitação do terreno.

O museu é composto de três núcleos de exposição, sendo um deles suspenso sobre a lâmina d’água do Açude Velho. A impressão que se tem é que um dos blocos estruturais flutua sobre a água, enquanto outros dois abraçam a orla. Olhando de cima, as três salas de exibição se assemelham a grandes pandeiros, e por isso é conhecido como Museu dos Três Pandeiros. A arquitetura contemporânea contrasta com o espelho d’água e deixa o principal ponto turístico de Campina Grande, ainda mais contemplativo.

Música, Artesanato e Literatura Popular compõem o acervo museológico. Desde que foi aberto, os Três Pandeiros já recebeu a visita de mais de 40 mil pessoas. A primeira exposição de música homenageou Jackson do Pandeiro e somente dele, o museu tem um acervo de mais de 420, entre as 5 mil músicas catalogadas. O próximo artista a ser homenageado é Marinês.

Mas essa é apenas uma das várias histórias da cidade que o Jornal Correio da Paraíba conta neste domingo em um caderno especial preparado para homenagear a Rainha da Borborema.

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