domingo, 17 de janeiro de 2021

Carnaval
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Empresas já negociam bate e volta para carnaval

Edson Verber / 09 de janeiro de 2018
Foto: Divulgação
Com o objetivo de alavancar as vendas as empresas especializadas no transporte de foliões para o Carnaval de Olinda e Recife, em Pernambiuco, - bate e volta - mantiveram os preços e trabalham com a expectativa de um incremento nas reservas entre 10% a 15%, sobre o mesmo período do ano passado, confiantes na “estabilização da economia”.

As reservas de vans e ônibus já começaram, mas nas que têm receptivo para turistas de fora só deve começar a partir da segunda quinzena de janeiro em curso. O preço do bate e volta por pessoa na GA Locadora se manteve em R$ 50; e na Luck João Pessoa Receptivo o valor aumentou de R$ 125 para R$ 135, com percentual de 8%.

A gerente de vendas da Luck, Hosana Cavalcanti, assegurou que “as reservas devem começar na próxima semana, uma vez que a maioria dos nossos clientes vem de fora. E a direção da empresa decidiu cobrar o preço do bate e volta para Olinda e Recife em R$ 135”, disse a executiva.

De acordo com Hosana, o preço do serviço oferecido pela Luck é mais alto, “porque temos um serviço diferenciado, com a participação de guias de turismo, cujas remunerações de alguns insumos são reajustadas, a exemplo do combustível. Mesmo assim apostamos num aumento entre 10% e 15% na procura, sobre 2017, que foi fraca face os problemas na economia, que, agora, está mais estabilizada”.

Transporte clandestino. Os proprietários das empresas advertem que quem usar transporte de empresas que não tenham licença da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), poderá ficar na estrada, devido a possível fiscalização da Polícia Rodoviária Federal.

Aderaldo Andrade, da GA Locadora, disse que as reservas já começaram e, devido à concorrência que aumenta a cada ano, por causa do desemprego, levando muita gente a colocar veículos clandestinos para fazer o transporte. “Fomos forçados a manter o preço mesmo com o aumento dos custos principalmente, com combustíveis. E, no caso de Cajazeiras, Patos e Caicó a gente tem que negociar, pois as distâncias são maiores”, disse o sócio proprietário da GA Locadora. Ele aposta num incremento de 10%.

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