domingo, 17 de junho de 2018
Ação social
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Projeto e Fundação Solidariedade oferecem serviços gratuitos em João Pessoa

Lucilene Meireles / 03 de março de 2018
Foto: Divulgação
Crianças, adolescentes, familiares e moradores do bairro de Mandacaru, na Capital, vão contar com 25 tipos de serviços, como atendimento jurídico e psicológico, durante todo o dia de hoje. A ação será realizada na sede do projeto ‘Uma Nota Musical que Salva’, que conta com o apoio da Fundação Solidariedade, braço social do Sistema Correio de Comunicação.

“Nosso projeto tem o objetivo de prevenir a violência e afastar crianças carentes da criminalidade, através da música e atividades culturais”, declarou a diretora, Lauricéia Teixeira Rodrigues. Ela destacou que a ação social contará com a participação da Associação Multiministério, que vai disponibilizar atendimento odontológico em um ônibus que foi transformado em consultório.

Além disso, um advogado fará o atendimento jurídico para as pessoas que não têm condições de pagar por esse tipo de serviço, sem contar com psicólogo, fisioterapeuta e outros profissionais que estarão disponíveis para atender o público.

De acordo com Lauricéia Rodrigues, o apoio da Fundação Solidariedade é de fundamental importância para o sucesso das atividades do projeto. “A Fundação tem nos beneficiado de todas as formas, ajudando em coisas que sozinhos não conseguiríamos, como levar tantas crianças a um shopping para brincar e ainda promover lanche. A Fundação é benéfica em tudo nessa parceria e nos abre portas que sozinhos não iríamos conseguir”, disse.

O projeto



‘Uma Nota Musical que Salva’, que completa sete anos em agosto, trabalha com crianças de 4 a 17 anos na prevenção da criminalidade. Elas estudam instrumentos de sopro, partituras, praticam esportes, e as atividades devem ser ampliadas. Além da capoeira, muai thai, dança, entre outras, serão acrescentadas aulas de ballet. A ideia é ampliar a sede própria, que está sendo reformada, e comprar a casa vizinha para construção de uma piscina.

A diretora Lauricéia Rodrigues informou que o projeto, iniciado na garagem de sua casa, vem transformando vidas. Alguns alunos se tornaram monitores e já estão na faculdade, provando que a meta foi alcançada.

“O nosso objetivo é a prevenção da violência e da criminalidade”, lembrou a diretora.

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