domingo, 19 de novembro de 2017
Política
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Maranhão aposta em geração de emprego para discurso de pré-candidatura ao governo

Gabriel Botto / 11 de outubro de 2017
Foto: Assuero Lima
Depois de se colocar, mais uma vez, como candidato ao Governo do Estado em 2018, o senador José Maranhão (PMDB) falou que a Paraíba precisa de uma mudança nas prioridades governamentais, destacando que é preciso investir em desenvolvimento econômico e geração de emprego. Essa, segundo ele, é a aposta para quem for encarar a nova gestão do Poder Executivo paraibano.

“Eu acho que nessa nova fase, a Paraíba deve ter outras bandeiras. A bandeira do ‘Mestre de Obras” está relacionada à infraestrutura. Ainda precisam-se fazer muitas coisas relacionadas à infraestrutura, agora acho que a Paraíba tem que partir pro desenvolvimento econômico e social, gerar emprego para essa juventude que está desempregada. Tenho mais de oitenta anos, mas minha cabeça ainda é de 18”, disse o senador José Maranhão em entrevista à Rádio Correio SAT/98FM.

Maranhão ressaltou que sua candidatura não se dá a partir de, apenas, fatores políticos e partidários. “Primeiro é a minha disponibilidade, aliada com a certeza de que eu posso responder a solução dos problemas que ainda afligem a Paraíba e o povo não quer mais esperar por soluções que não chegam nunca”, relatou.

Com uma eventual vitória na disputa pelo governo do estado, a cadeira de José Maranhão no Senado cai no colo de Nilda Gondim, mãe do deputado federal Veneziano Vital. Sobre a relação com os Vital do Rêgo, o senador destacou que defendeu Veneziano perante a cúpula nacional do PMDB e, portanto, não tem problemas com a família.

“Eu acho que a minha relação com Veneziano é muito boa. Há alguns dias, quando a bancada do PMDB na Câmara Federal propunha a punição e suspensão de Veneziano por não ter seguido a orientação da bancada, eu fui à executiva nacional, a voz que se levantou para defendê-lo”, relatou.

União das oposições

José Maranhão falou sobre a aliança das oposições ao governo de Ricardo Coutinho, firmadas nas eleições municipais de 2016, afirmando que os partidos não estão unidos em torno de apenas uma candidatura.

“A oposição não está unida apenas no entorno de uma candidatura. A oposição está unida em torno de princípios e objetivos pragmáticos, de lutar pela conquista do poder e a oposição vai escolher aquele candidato que tiver mais viabilidade e respaldo popular”, pontuou.


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