sexta, 25 de maio de 2018
Impeachment
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Líderes discursam na sessão de votação do impeachment

Redação com Agência Câmara / 17 de Abril de 2016
Foto: Antonio Augusto/Câmara dos Deputados
A votação vai começar

17:30 - Liderança do governo, representado pelo deputado José Guimarães, fala e ao término começará a votação. O que está em discussão, segundo ele, não é o relatório, pois ele representa um golpe à nação. O parecer, para Guimarães, não tem base jurídica e não é a saída para a crise no Brasil. Ele diz que Dilma é honesta e convida deputados, inclusive do PMDB, a votar contra o impeachment.

17:26 - Miguel Haddad diz que na campanha o país já dava sinais de que estava quebrado e que depois da eleição era evidente que seria aberto o caminho para o desemprego. Para ele o país não irá suportar mais três anos do governo Dilma e que a saída da presidente será o marco para a construção de um novo Brasil.

Já são 504 deputados em plenário e a votação que estava prevista para ser iniciada às 17h está com quase meia-hora de atraso.

17:21 -  A minoria na Casa é representada pelo deputado Miguel Haddad (PSDB) que discursa em plenário.

17:16 - O deputado Weliton Prado do PMB defende o impeachment. Ele informa que várias obras e programas sociais do governo federal estão paralisados. O parlamentar defende também que sejam realizadas novas eleições, porque a saída para o Brasil, conforme ele, não é Cunha e nem Temer.

17:09 - É a vez do PEN se pronunciar no discurso de Junior Marreca. Para ele o julgamento de hoje é meramente político. A bancada está liberada para votar como quer, mas ele é contra o parecer. O parlamentar acredita que se for para destituir Dilma por impopularidade o Congresso terá que fechar, porque, segundo ele, nenhum parlamentar tem mais credibilidade perante a sociedade.

17:05 - Alfredo Kaefer, do PSL, defende  o impeachment dizendo que a gestão de Dilma causou o caos econômico.

16:58 - Silvio Costa do PTdoB faz discurso inflamado e chama Cunha de "canalha e bandido " e que "quem tenta assumir o poder é o PCC - partido da corja do Cunha".

16:52 - A bancada do Rede está liberada para votar como quiser. Alessandro Molon disse que a defesa deve ser pela democracia.

502 deputados já estão na Casa

16:48 - Ronaldo Fonseca do Pros alega que o processo de impeachment é constitucional. Para ele a palavra golpe é uma "diarréia verbal".

16:43 - PSOL votará contra o impeachment, diz o deputado Ivan Valente. Ele lembra as acusações de corrupção contra Eduardo Cunha e que a liderança dele na Câmara é uma degradação.

16:38 - O PV também é orientado pelo deputado Sarney Filho a votar pelo impedimento de Dilma.

16:35 - Givaldo Carimbão sobe a tribuna pelo PHS. A bancada vota a favor do impeachment.

16:32 - O PPS é representado pelo deputado Rubens Bueno, que afirma ter tido sim crime de responsabilidade.

16:25 - André Moura fala pelo PSC. A orientação do partido é pelo voto favorável ao impeachment.

16:20 - Pelo PCdoB, Daniel Almeida, diz que não há nada que comprove participação de Dilma em crime de responsabilidade e que ela é vítima de uma conspiração liderada por Eduardo Cunha, que não honra a cadeira que ocupa. Ao término do discuso ele disse que "o golpe não passará".

16:16: A deputada Renata Abreu fala pelo PTN. Ela diz que a corrupção pune todos os brasileiros e, por isso, o PTN votar a favor do impeachment.

16:09 - É a vez da liderança do SD de subir na tribuna. O deputado Genecias Noronha orienta a bancada está sendo orientada a votar a favor do impeachment.

491 deputados já estão presentes na Câmara para votar o parecer que pede o impeachment de Dilma.

16:02 - Weverton Rocha, líder do PDT, é mais um deputado a subir a tribuna da Câmara. O parlamentar lembrou Ulysses Guimarães quando foi aprovada a Constituição Federal brasileira e declarou que a 'carta magna' do país não pode ser rasgada. Para ele, é em defesa da Constituição que o PDT votará contra o impeachment.

15:57 - O deputado Wilson Filho (PTB) é o segundo paraibano a discursar na tribuna da Câmara nessa tarde de domingo onde será votado o parecer que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff. "O PT fez bem ao entrar e fará melhor ainda ao sair". Ele pediu que quem for assumir o governo que mantenha os programas sociais que beneficiam os brasileiros e, principalmente, os nordestinos.

15:52 - Líder do PRB, Márcio Marinho, é o oitavo a discursar sobre o impeachment na sessão de votação do processo. Os 22 deputados do partido, segundo ele, votam pela admissibilidade do impedimento de Dilma.

Sete partidos já orientaram as suas bancadas com relação a votação do impeachment.

15:45 - Pela liderança do DEM, Pauderney Avelino, discursa na tribuna da  Câmara. O deputado disse que os setores econômicos perderam a confiança no Brasil e que a crise moral que se abate no governo atinge a todos os lugares.

15:38 - Agora discursa o líder do PSB, Fernando Coelho Filho. Para ele, a decisão pelo impeachment reascenderá a coragem dos brasileiros.

15:31 - Do PSB, Rogério Rosso, está na Tribuna discursando e disse que representam 96 milhões de eleitores e, por isso, estão legitimados a decidir sobre o impedimento de Dilma. O parlamentar defende o relatório que pede o impeachment.

15:24 - Chega a vez do PR, liderado pelo deputado Aelton Freitas, defender seu posicionamento na sessão de votação do impeachment. Ele alega que não houve crime por parte da presidente da República.

15:15 - O paraibano Aguinaldo Ribeiro, líder do PP, sobe a Tribuna para defender o pensamento do partido. Aguinaldo faz um apelo para que ao final do processo, qualquer que seja o resultado, os políticos assumam o compromisso de lutar pelo equilíbrio do Brasil. O deputado diz que a bancada de sua legenda reafirma, por maioria, o voto pelo sim ao impeachment, mas não se furta a explicar sobre quando foi ministro. "Posso atestar qualidades da presidente, porém não estamos julgando a pessoa, mas o governo. Nossas opiniões pessoais não podem ser consideradas".

15:09 - Nesse momento quem está com a palavra é o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy. O tucano afirma que a campanha de Dilma foi paga com propina do "Petrolão".

14:56 - Afonso Florence, líder do PT, começa seu discurso contra o impeachment. Para ele, está evidente de que não houve crime de responsabilidade. Ele fala em golpe e diz que foi formada uma chapa Michel (Temer) e (Eduardo) Cunha. Alega também que até quem é oposição a Dilma rejeita a posse de Temer na presidência.

14h49 - Leonardo Picciani, líder do PMDB, discursa nesse momento. O peemedebista reafirma que sua bancada votará a favor do impeachment. Ele pede para que todos, imediatamente nesta segunda-feira, se sentem para discutir o futuro do Brasil. Ele encerrou o discurso antes de acabar o tempo de 25 minutos destinados para sua defesa.

14h46 - Jovair Arantes encerra sua defesa e alega ser difícil a presidente Dilma não ter conhecimento dos supostos atos de corrupção ocorridos em seu governo.

14h31 - Jovair Arantes defende o parecer que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

14h23 - O discurso de Jovair é interrompido pela segunda vez, por conta do tumulto provocado em Plenário.

14h19 - Mal a sessão foi aberta e uma confusão já é registrada no plenário. O relator Jovair Arantes deveria ter começado o seu discurso, mas o tumulto impedia. Cunha proibiu o uso de faixas atrás da Mesa Diretora. E o tumulto começou ser controlado. Nesse momento Jovair discursa.

14h - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, declara aberta a sessão de votação do processo de impeachment contra a presidente da República Dilma Rousseff. Ela é acusada de crime de responsabilidade. A aprovação do parecer e consequente encaminhamento do processo para o Senado Federal depende do voto de 342 deputados. Jovair Arantes, relator do processo de impeachment, terá 25 minutos para defender o pedido de impeachment. A votação propriamente dita só deve começar por volta das 16h30 ou 17h. A previsão é que até as 21h o resultado seja conhecido.

13h45 - Deputados da base aliada e da oposição afirmam ter o número de votos necessários para, respectivamente, barrar e aprovar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.




 

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