sábado, 19 de agosto de 2017
Política
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Falta quórum no retorno das atividades na Assembleia Legislativa

Redação / 27 de agosto de 2015
Foto: ALPB
Depois de dez dias sem poderem atuar no prédio sede de Assembleia Legislativa da Paraíba e serem obrigados a esticar ainda mais a folga do recesso, os deputados estaduais não compareceram em número suficiente na Casa para votar projetos existentes em pauta. O retorno das atividades no Legislativo Estadual, portanto, foi marcado pela presença de apenas 15 dos 36 parlamentares.

O 'recesso' de dez dias ocorreu por conta de uma reforma em parte da estrutura hidráulica da Assembleia Legislativa. A expectativa para o retorno era de que houvesse votasse e que uma das matérias pautadas fosse Proposta de Emenda Constitucional que trata do voto aberto na Casa.

Outra questão que deveria ter siso discutida era a instalação das CPIs dos Pardais e Telemarketing já aprovadas pela Casa e que necessita apenas da bancada de oposição para indicar os membros.

CCJ se reúne

Já a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) apreciou 14 matérias, entre as quais 3 Medidas Provisórias e 11 Projetos de Lei Ordinária. Entre os projetos de lei aprovados destaca-se o de autoria da presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputada Estela Bezerra, que concede o título de Cidadão Paraibano ao senhor Inaldo Alexandre, fundador da comunidade Doce Mãe de Deus, localizada no bairro do Geisel, em João Pessoa.


Inaldo Alexandre e seus familiares foram obrigados a deixar a Paraíba durante o Regime Militar, no entanto, ao retornarem, ele dedicou sua vida a ajudar os mais necessitados da localidade. “Inaldo tem vocação religiosa, embora não seja padre, e tem prestado relevantes serviços a quem mais precisa de maneira idônea. Desta forma, conseguiu obter projeção nacional e nas Américas”, afirmou a deputada Estela Bezerra.


Segundo a parlamentar, concedendo o título de Cidadão Paraibano ao senhor Inaldo Alexandre, erros cometidos contra ele no passado estariam sendo corrigidos. “A família de Inaldo jamais teria que sair da Paraíba não fosse a ditadura, além disso estaríamos reconhecendo os serviços prestados por ele ao povo paraibano, que é o principal pré-requisito para o título”, declarou a presidente da CCJ.

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