domingo, 18 de fevereiro de 2018
Política
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Câmara não foi notificada sobre CPI da Lagoa e Durval ganha mais prazo

Adelson Barbosa dos Santos / 19 de Abril de 2016
Foto: Rafael Passos
A CPI objetiva investigar supostos desvios de recursos nas obras que estão sendo realizadas no Parque Solon de Lucena, no Centro de João Pessoa. Com base em relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), bancada de oposição responsabiliza o prefeito Luciano Cartaxo (PT) por desvios que chegam a R$ 10 milhões.

“A Câmara não foi notificada. Até porque, a Justiça não tem nada a ver com investigações do Poder Legislativo. A abertura de processos investigativos é de competência exclusiva dos vereadores, e dos deputados estaduais, deputados federais e senadores. A Justiça não tem nada a ver com isso”, reforçou o 1º secretário da Câmara Municipal, Benilton Lucena (PSD). Segundo ele, quando receber parecer da Consultoria jurídica da Casa, o presidente.

O prazo de dez dias úteis (estipulado na semana retrasada), se a Justiça tivesse notificado a Câmara, teria terminado ontem. Após receber parecer da consultoria jurídica, Durval decidirá se vai instalar ou arquivar o pedido de CPI.

Oposicionista, o vereador Raoni Mendes (DEM) avaliou de forma negativa a indefinição sobre a instalação da CPI da Lagoa. Segundo ele, quanto mais demorar o início das investigações pior fica para sociedade pessoense, que conforme ressaltou convive diariamente com as consequências das promessas não cumpridas.

De acordo com Raoni, uma das provas que o relatório da CGU, apontando irregularidades nas obras da Lagoa, foi o que ocorreu com o túnel que deveria desaguar no Rio Sanhauá, que estourou na Avenida Guedes Pereira, nas imediações do Paço Municipal, com as últimas chuvas.

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