sexta, 18 de agosto de 2017
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Sem investir em trens, Paraíba segue na contramão

Érico Fabres / 23 de agosto de 2015
Foto: Assuero Lima
Em 1982, o expresso Asa Branca, locomotiva que fazia viagens diárias entre Recife (PE) e Fortaleza (CE), cortando o estado, foi extinto no começo da década de 80.

Atualmente, dos quase 600 quilômetros de malha ferroviária na Paraíba, 30 quilômetros são utilizados para transporte de sete mil passageiros que fazem o trajeto Santa Rita-Cabedelo, passando pela capital João Pessoa.

Apenas a prefeitura de Cruz do Espírito Santo solicitou ao Ministério das Cidades a extensão até a cidade, com a recuperação da malha no valor previsto de R$ 4 milhões e a construção de estações por conta da administração municipal.

O Sistema de Trens Urbanos de João Pessoa é operado pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) através da Superintendência de Trens Urbanos de João Pessoa. São 12 estações, com previsão de instalação de mais quatro, porém dentro do percurso já existente.

Transporte que já nasceu morto

Segundo o historiador, foram implantados mil quilômetros apenas por volta de 1880, sendo que grande parte ia “do nada a lugar nenhum” em função de interesses de grandes propriedades, enquanto na mesma época, nos Estados Unidos, já existiam cem mil quilômetros.

“Nas décadas seguintes, principalmente nos anos 20, o pensamento de que as rodovias eram solução para tudo acabaram com o arremedo de malha ferroviária que existia, principalmente quando Washington Luiz afirmou que governar era criar estradas”

Leia a reportagem completa na edição deste domingo (23) do Jornal Correio da Paraíba.

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