domingo, 19 de novembro de 2017
Paraíba
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Sobe para 7 o número de óbitos relacionados ao H1N1

Rammom Monte / 05 de abril de 2016
Foto: Divulgação
Subiu para sete o número de óbitos suspeitos relacionados ao vírus da gripe H1N1 na Paraíba. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, até esta terça-feira (05) foram 25 casos notificados da Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG, sendo 4 descartados e 21 seguem em investigação.

Dos 25 casos suspeitos de H1N1, sete já foram confirmados, sendo um em Soledade, outro em Campina Grande e cinco em João Pessoa. A investigação destes casos está sendo realizada pelo Estado e município por meio de exames laboratoriais de rotina e específicos (secreção nasofaringe), clínica e histórico de Síndrome Gripal-SG dos pacientes através de prontuários nos serviços de atendimento.

De acordo com a responsável Técnica Influenza/Difteria Tétano da SES/PB, Améris Angela Araújo, o tratamento da doença independe do resultado do exame. Ainda de acordo com Améris, há uma série de cuidados que a população deve tomar para se prevenir da doença, tais como: lavagem das mãos,evitar aglomerado,viagens para locais que estejam em surto da doença, hábitos alimentares saudáveis e ingestão adequada de líquidos,etc. e a vacinação(população que está acobertada), que é a melhor forma de proteção.

Onde estão as mortes suspeitas

Puxinanã (1)

Camalaú (1)

Campina Grande (1)

João Pessoa (4).

O que é a doença?

“É uma doença respiratória, transmitida pelo Vírus Influenza A(H1N1), já conhecida pela população desde 2009 e que pode evoluir para Síndrome Respiratória Aguda Grave ou apenas Síndrome Gripal,dependendo da imunidade do indivíduo e/ou grupos mais susceptíveis:idosos, gestantes,puérperas ,crianças menores de 05 anos e pessoas com comorbidades ou doenças crônicas. Já existe a vacin e a mesma é realizada anualmente”, explicou Améris.

Como são feitas as notificações

Ainda segundo Améris, há algumas Unidades Sentinelas espalhadas pela cidade que são responsáveis por fazerem as coletas a fim de determinar quais tipos de vírus estão circulando, para que se possa iniciar o tratamento.

“O que podemos afirmar é que temos Unidades Sentinelas(US):UPA Oceania, Hospital Valentina E Hospital  Edson  Ramalho,onde todos os casos atendidos  e que preenche critério e o indivíduo acometido  ou o seu responsável permite,será realizada uma coleta, com o objetivo de saber qual o vírus circulante,além de que em todo o estado,os serviços estão orientados  e capacitados  para  notificar,coletar e iniciar tratamento oportuno. O Ministério da Saúde preconiza, que nas Unidades Sentinelas  sejam coletadas no mínimo 05 amostras semanais,distribuídas diariamente (01 por dia), para realizarem uma amostragem e assim identificar o vírus circulante”, finalizou.

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