terça, 12 de dezembro de 2017
História
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Reconhecimento do patrimônio valoriza história, mas emperra obras de revitalização

Júlio Silva / 10 de agosto de 2015
Foto: Assuero Lima
A parte central de João Pessoa guarda a essência dos 430 anos de história da Capital. No entanto, as reformas e construções nessas áreas, como a revitalização do Parque Solon de Lucena e do Porto do Capim devem obedecer uma legislação específica, que regulamenta o grau de intervenção que essas áreas podem sofrer. De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), 95% dos imóveis tombados localizados no Centro Histórico podem ser reformados parcialmente ou totalmente, neste último caso podendo dar lugar a novas construções. O desafio, no entanto, é manter a história da cidade aliada ao progresso.

Pelo menos 520 imóveis da região da Cidade Alta - entre o conjunto franciscano e a Academia de Comércio Epitácio Pessoa - e no Varadouro - entre o Largo de São Pedro Gonçalves e a Barão de Triunfo - além da região entre as ladeiras de São Francisco e da Borborema são tombados pelo Patrimônio Histórico Nacional. De acordo com o presidente do Iphan, Cláudio Nogueira, o tombamento não impede que a área seja renovada, desde que se respeitem as regras de preservação do patrimônio histórico estabelecidas no Decreto Estadual 25.138/2004.

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