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Greve: mais órgãos federais podem se aliar e aderir

Lucilene Meireles / 09 de julho de 2015
Foto: Rafael Passos
A greve das instituições federais de ensino superior no Estado (UFPB e UFCG) completa 43 dias e já compromete o calendário letivo. E não há perspectiva de retorno, pelo contrário, outros órgãos ameaçam engrossar o movimento. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) pode anunciar indicativo de greve hoje. Servidores do INSS, Receita Federal, Superintendência Regional do Trabalho (SRT) ameaçam cruzar os braços nos próximos dias. Os federais pedem reajuste de 27,3%. A proposta do governo, de 21% escalonados em quatro anos, foi rechaçada.

Os servidores do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) também estão avaliando a possibilidade de anunciar uma greve. O indicativo é para amanhã, e a decisão deve ser tomada hoje, em assembleia. Se parar, muitos serviços poderão são resolvidos pelo telefone 135, mas o médico não vai fazer perícia, o requerimento do benefício em balcão também não ocorrerá. Trinta por cento estarão no plantão.

Elzevir Cavalcante, membro da diretoria colegiada do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Previdência e Trabalho do Estado da Paraíba (Sindsprev-PB). Ele explicou que os segurados da previdência serão mais atingidos porque todos os servidores devem parar no Estado.

“Estamos discutindo com os servidores. As unidades Tambauzinho, Lagoa, Bela Vista (Varadouro), Catolé e Dinamérica (Campina Grande) devem parar já nos primeiros dias. Como somos quase 40 agências no Estado, nem todas vão parar inicialmente. Mas, a tendência é que a greve comece em construção”, declarou.

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