domingo, 19 de novembro de 2017
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À espera de vagas, pacientes vão perdendo a luta contra o câncer

Fernanda Figueirêdo / 12 de março de 2016
Foto: CHICO MARTINS
Em Campina Grande, no setor de radioterapia da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP), a situação é desoladora. Embora a obra para instalação do novo aparelho já esteja pronta, o Ministério da Saúde não sinalizou quando o equipamento deve chegar à unidade. Enquanto isso, mais de 50 pacientes aguardam em uma lista de espera que só tende a aumentar. Outros 130 revezam horários para a única máquina disponível.

Os pacientes com câncer com indicações de radioterapia são tratados através do uso terapêutico de radiações ionizantes (através de equipamento chamado acelerador linear), um tipo de energia direcionada para destruir ou impedir que as células de tumores cancerígenos aumentem.Este aparelho deve ficar em uma sala especial, de construção apropriada para que a radiação não passe dos limites do ambiente. Por isso, o Ministério da Saúde exigiu dos municípios contemplados a construção de novas salas para receber o equipamento. Campina Grande foi uma das primeiras cidades a concluir a obra, mas esbarra na espera da máquina.

A FAP já disponibiliza o serviço através de um único aparelho, que se torna insuficiente para dar conta da demanda de pacientes.

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