segunda, 19 de fevereiro de 2018
Futebol
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Pedido de vistas para o processo do Treze no STJD, mas Paraibano recomeça no domingo

Franco Ferreira / 20 de Maio de 2016
Foto: STJD
Mesmo com o pedido de vista por parte do auditor Flávio Zveiter, quatro membros do Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol votaram pela decadência do processo impetrado pelo Treze, contra o Campinense. Com isso, a Federação Paraibana de Futebol está autorizada a marcar os jogos envolvendo Campinense x CSP.  A defesa do time trezeano, já protocolou, nesta quinta-feira (19), requerimento pedindo a não marcação dos  jogos.

O auditor Flávio Zveiter pediu vistas e afirmou que se a decisão não estiver muito clara pode gerar inseguranças em outras competições. Na medida inominada impetrada pelo Treze contra o Campinense, o clube alvinegro pede a perda de pontos do Campinense nos jogos entre as duas equipes na segunda fase do Paraibano.

Para o procurador do STJD, Paulo Schmitt, primeiro tem que haver a regulamentação do Profut para que os clubes possam cumprir a Lei.

O relator do processo Ronaldo Botelho justificou e votou pela improcedência do processo. Os auditores Alexsander Macedo , Gabriel Marciliano e Paulo Valed Perry votaram com o relator. Já o auditor Paulo César Salomão e o presidente Caio Cesar Rocha irão aguardar a vista do processo.

Os advogados do Treze alegam que o Campinense não possui as certidões negativas de débitos exigidas pelo Profut. O defensor trezeano George Ramalho, sustenta que, a Raposa não apresentou certidões negativas de débito com a União, certificado de regularidade do FGTS.

O diretor jurídico da FPF, Marcos Souto Maior Filho, garantiu ontem através de celular que, a liminar que proibida  a sequência do Campeonato Paraibano foi cassada. Ele disse que, o pedido de vista se refere apenas outros assuntos relacionados ao Profut.  “Vamos apelar que os jogos não sejam marcados, já que, com o pedido de vista o Treze ainda continua com chance de ter seu direito garantido”, disse George Ramalho, que reforça o desejo de que a FPF não marque os jogos.  Ele reprova a tese que, o processo do Treze é decadente.

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