terça, 25 de setembro de 2018
Esportes
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Arte marcial que não visa a competição, Hapkidô Jungsoolkwan foca na defesa pessoal

Raniery Soares / 24 de julho de 2016
Foto: Raniery Soares
O ato de competir é algo inerente na vida do ser humano, seja no dia a dia ou até mesmo em algum esporte que ele pratique. Mas e quando a modalidade tem como finalidade apenas a promoção de saúde e a defesa pessoal? Em João Pessoa, um projeto que funciona no bairro Ernani Sátiro reúne homens e mulheres das mais variadas idades, que buscam estes dois itens usando a prática do hapkidô. Além de ser referência para o país, a Paraíba ainda é sede da Federação Brasileira da modalidade, sob o comando do grão-mestre Almir Costa.

A arte está presente no Brasil desde 1977, três anos depois do início do mestre nas artes marciais. Almir conta que o seu primeiro contato com as lutas foi em 1974, passando pelo karatê, judô e taekwondo, onde é faixa preta – 7º dan. Porém, foi no hapkidô que o policial militar da corporação se encontrou.

“O hapkidô tem como filosofia a defesa da moral, da família e sempre passo para os nossos alunos que tudo o que aprendemos só deve ser usado em casos de extrema necessidade, que será exatamente quando algum perigo atentar contra a vida ou os outros elementos contidos na nossa filosofia. Além disso, um dos nossos grandes objetivos é a promoção da saúde, visando uma vida saudável e consequentemente um envelhecimento seguindo esta mesma linha”, afirmou.

Almir conta que o esporte também tem uma influência na vida escolar. Ele conta que na realização dos chamados exames de faixa, as notas contidas no boletim escolar de cada atleta contam pontos no momento das avaliações.

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