segunda, 19 de fevereiro de 2018
Esportes Aquáticos
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De olho em Tóquio-2020, Luana Lira já começa a buscar resultados este ano

Raniery Soares / 12 de setembro de 2016
Foto: Satiro Sodre/SSPress
Uma das promessas paraibanas nos esportes aquáticos, Luana Lira não esteve nas Olimpíadas do Rio, porém, com a perspectiva de conquistar novos horizontes nos saltos ornamentais, ela revelou que continua buscando novos resultados e trabalhando para ter uma oportunidade de representar o Brasil, o que pode acontecer em Tóquio-2020.

Para encerrar com chave de ouro a temporada 2016, Luana Lira garante que no momento está se dedicando apenas à última competição do ano: a Taça Brasil de saltos ornamentais, que acontecerá no Rio de Janeiro, entre os dias 8 e 11 de dezembro. Longe da ‘terrinha’, a paraibana afirmou que este torneio é o seu foco para iniciar a temporada do próximo ano com o pé direito.

“Estou treinando bastante. Terei só mais esta competição, que eu tenho me dedicado bastante, a fim de conquistar bons resultados e entrar na próxima temporada sempre focada em melhorar o que ainda for necessário”, disse.

Luana preferiu minimizar quando foi questionada sobre ter ficado fora das Olimpíadas Rio 2016. Ela buscou o índice até as últimas competições em que ainda podia se alcançar o ‘passaporte’ para a competição mundial, mas acabou não conseguindo representar o Brasil em nenhuma prova. Pelo discurso, o desejo é de fazer parte da delegação brasileira que estará no Japão daqui a quatro anos.

“Eu acredito que tudo tenha um propósito. Se não foi dessa vez, irei continuar na batalha para chegar a minha hora. Para buscar o meu momento, fé e força de vontade não me faltam”, disse Luana, que também preferiu não comentar a atuação do Brasil nas olimpíadas este ano: “eu acredito que cada um deles fizeram o melhor deles, o melhor que puderam”, resumiu.

Novas perspectivas no mundo dos saltos

Questionada sobre alguma mudança na sua carreira, como a possibilidade de formar dupla com Ingrid Oliveira ou Giovanna Pedroso, ela disse que essa escolha não depende dela. “Quem forma essas duplas são os técnicos, eu não escolho. Mas, o meu foco é o trampolim de três metros individual”, destacou.

Luana já teve uma experiência de competir em duplas, tendo Milena Sae como parceira. Ingrid e Giovanna entraram no Rio 2016 como grandes promessas, mas acabaram brigando durante a competição e logo após o evento mundial, anunciaram o fim da dupla.

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