segunda, 16 de outubro de 2017
Trabalho
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Máquinas substituem pessoas e colocam profissões em risco de extinção

Érico Fabres / 16 de agosto de 2015
Foto: Assuero Lima
No início do século passado, por volta de 1909, acender lampião era considerado um serviço comum, já que a iluminação pública era feita dessa forma. Com a invenção e popularização da luz, a profissão foi extinta. O alfaiate já atravessou séculos ajeitando e fazendo roupas, hoje está praticamente fora do mercado e, com a chegada e a modernização cada vez maior da industrialização, tende a ser mais um da lista de empregos que fizeram parte de um passado que não mais existe.

Poderia ser considerado como o dinossauro do mercado de trabalho, assim como os Rolling Stones são do rock. Já frentistas e cobradores de ônibus enfrentam máquinas e acúmulo de função para subsistir.

Nos Estados Unidos, os postos de combustíveis utilizam o auto-serviço em vez dos frentistas. Ainda que no Brasil isso seja proibido, é uma tendência daqui a alguns anos.

O mesmo já acontece nos estacionamentos de shoppings e supermercados, onde antes havia uma pessoa para anotar placa e cobrar, hoje apenas máquinas fazem o trabalho.

Já as empresas de ônibus tornaram o motorista multitarefa, acumulando também a função de cobrador quando necessário, já que o cartão de transporte vem sendo bastante utilizado.

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