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Ipsem quer retomar 10 boxes alugados no Shopping Popular de Campina Grande

Francisco José / 12 de agosto de 2015
Foto: Arquivo
O Instituto de Previdência dos Servidores Municipais (Ipsem) de Campina Grande vai ingressar com uma ação de reintegração de posse de 10 boxes que teriam sido alugados por seus locatários originais, no Shopping Popular Edson Diniz.

A denúncia de sublocação dos espaços foi feita há um mês pela Associação dos Comerciantes do shopping, que pertence ao Ipsem. De acordo com a associação, os boxes estariam alugados a comerciantes de origem chinesa.

Antônio Hermano Oliveira, superintendente do Ipsem, disse, ontem, que o prazo de 10 dias para que os boxes sejam desocupados termina nesta sexta-feira. Transcorrido o período, segundo o dirigente do Ipsem, caberá à Assessoria Jurídica do Instituto, ingressar com a ação de retomada dos boxes.

No contrato assinado pelos comerciantes do Shopping Popular Edson Diniz com o Ipsem está escrito que eles não podem vender, nem alugar os boxes, sob pena de perdê-los para outros comerciantes.

O superintendente Antônio Hermano explicou que as investigações estão concentradas no momento, nos 10 que foram denunciados pela Associação dos Comerciantes.

“Mas nós estamos apurando se existem mais boxes repassados para terceiros e nesses casos adotaremos as medidas para reintegrá-los ao patrimônio do Ipsem”, disse Antônio Hermano Oliveira.

A Associação dos Comerciantes do Shopping Popular também denunciou o que classificou como concorrência desleal entre os comerciantes chineses e os vendedores de confecções de Campina Grande que atuam no local.

Pirataria. Os vendedores asiáticos, segundo a Associação dos Comerciantes do Shopping, estão vendendo réplicas de marcas famosas por preços bem abaixo dos que são praticados pelos vendedores campinenses, cujas mercadorias são adquiridas nos polos de confecção de Toritama e Santa Cruz do Capibaribe, no Estado de Pernambuco.

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