segunda, 25 de setembro de 2017
Trabalho
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Cresce o número de trabalhadores desempregados que buscam investir no próprio negócio

Érico Fabres / 19 de março de 2017
Foto: RAFAEL PASSOS
Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de janeiro a novembro de 2016, foram 115.260 admissões e 123.148 demissões em todo na Paraíba, um saldo negativo de 7.888 empregos formais. Nos últimos 12 meses, no Brasil, o número de empregos formais passou de 40,3 milhões para 38,8 milhões, uma perda de 3,65%, o que tem instigado também o trabalho informal (que em 2015 ultrapassava 50% das ocupações dos paraibanos), mas também tem aguçado a criatividade das pessoas. Quem tem carro novo, tem o Uber como alternativa, se tornando um tipo de empreendedor. Ter seu próprio negócio é algo que também é buscado por outras pessoas, mesmo sem veículo próprio.

Em 2017, foram 115 entraram em atividade através do Simples, sendo 19 em João Pessoa, porém nenhuma em Campina Grande. Porém mais de duas mil já foram deferidas, o que deve gerar uma onda de novas empresas cujo grande desafio será superar os três primeiros anos de sobrevivência, para então se consolidar no mercado (quase 50% fecham já no primeiro ano). De acordo com Marielza Rodriguez, analista técnica do Sebrae, para abrir uma negócio, o mais recomendado é antes de tudo procurar um embasamento, saber como se faz para abrir o empreendimento, escolher o modelo mais recomendado.

No caso de iniciativa individual, normalmente o mais recomendado é ingressar como Micro Empreendedor Individual (MEI) e para mais sócios, o Simples, que demandam um investimento menor. “O que recomendamos é que o empresário ou o grupo de empresários que irão abrir um negócio façam um Plano de Negócios. É um ponto de partida para a tomada de decisões. No Plano, todos os pontos são questionados e debatidos até que se esgotem as possibilidades e as decisões sejam tomadas”, diz.

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