terça, 25 de julho de 2017
Economia
Compartilhar:

Grevistas da UFPB e INSS esperam nova proposta

Érico Fabres / 21 de julho de 2015
Foto: Arquivo
O Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior (Sintespb) e o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social (Sindsprev) do Estado esperam para hoje uma nova proposta de reajuste por parte do Governo Federal. Isso porque haverá uma reunião no Ministério do Planejamento para definir uma nova proposta, já que a anterior, de 21% divididos em quatro anos (2016 a 2019) não foi aceita, para então decidirem se voltam ou não ao trabalho, com aulas na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e atendimento nos postos do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Heleno Teixeira, diretor de política sindical do Sindsprev afirma que “a greve está consolidada no Estado e que não existe possibilidade de os 21% em quatro anos seja aceitos, já que o que está sendo solicitado é a reposição dos últimos anos e a proposta do governo não contempla a correção para os anos seguintes e com inflação a quase dois dígitos, queremos 27,5%”.

Teixeira ainda acrescenta que a nova proposta deve ainda discutir a incorporação da gratificação, que faz os funcionários perderem 40% do salário na aposentadoria, Database e melhores condições de trabalho, já que trabalham com metas e não possuem nem um bom sistema de informática e, por vezes, falta até água e papel higiênico.

Sindicalista apela para sensibilização

Severino Ramos, vice-presidente do Sintespb, afirma que “é muito ruim entrarmos em negociação só depois que realizamos greves, mas esperamos uma sensibilização por parte do governo para que possamos deliberar sobre a nova proposta em assembleia que será realizada na quinta-feira”.

De acordo com Ramos, chegando aos 50 dias de paralisação, 65 universidades estão paradas no nível técnico e outras 40 nos docentes e continuarão se nada mudar. O sindicato também quer a criação de uma Database.

Relacionadas