quinta, 19 de julho de 2018
Música
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Grupo Iamaká apresenta oratório que conta a saga de duas cidades paraibanas

André Luiz Maia / 28 de junho de 2016
Foto: Divulgação
Música barroca, uma república independente no Sertão paraibano, homofobia e crise política. O que tudo isso tem em comum? O Iamaká responde. Hoje, na Sala Radegundis Feitosa, o grupo de música medieval e renascentista apresenta parte de seu repertório usual e também interpreta o espetáculo Stella Splendens, de autoria do compositor paraibano e professor da UFPB Eli-Eri Moura.

Embora a estrutura textual se assemelhe à ópera, Stella Splendens é um “oratório profano”. A diferença entre os dois gêneros está em um aspecto presente na ópera que não está em um oratório: a dramaturgia. “Em uma ópera, vários atores dão vida àquele texto. Nesse oratório que eu escrevi, são apenas dois cantores que se revezam entre todos os personagens, além de ter um enfoque especial na canção”, explica o compositor Eli-Eri Moura.

Os dois cantores são a soprano Maria Juliana e o barítono Micherlon Franca, integrantes do Iamaká. Os outros membros do grupo também acompanham a dupla. No palco, estão o próprio Eli-Eri Moura (flauta doce), Renan Mendes (flauta doce), Ana Carolina Petrus (violino), Teresa Cristina Rodrigues (violoncelo), Vinícius de Lucena (violão), Conan Mendes (violão) e Lue Maia (percussão).

‘Stella Splenders’

Do grupo Iamaká

Hoje, às 20h. Na Sala Radegundis Feitosa (UFPB, campus I, João Pessoa).

Entrada franca

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