sábado, 18 de novembro de 2017
Música
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Cantora Tiê faz novo show em João Pessoa a bordo do sucesso “A noite”

André Luiz Maia / 31 de julho de 2015
Foto: Daryan Dornelles/divulgação
A doçura, embora ainda presente, “amargou”. Com seu novo álbum, a cantora e compositora paulistana Tiê promoveu uma ruptura parcial com a sonoridade de seus dois primeiros álbuns, trazendo uma instrumentação mais encorpada. Depois, seu primeiro hit massivo, a canção “A noite”, que dominou as rádios, as TVs e as redes sociais. Agora, os pessoenses têm a oportunidade de conferir essa Tiê agridoce na passagem da turnê do disco Esmeraldas, que acontece hoje, no Centro Cultural Piollin. Os portões abrem às 20h, contando com pocket shows de André Whoong e Naná Rizinni, membros de sua banda.

No ano passado, Tiê esteve em João Pessoa e em Areia, para a surpresa de todos, por conta de um edital de voz e violão do Festival de Artes de Areia. “Eu simplesmente me inscrevi no edital e tive a surpresa de ser selecionada”, contou a cantora na época.

Agora, ela vem com a banda completa, formada por André Whoonf, Naná Rizinni, Giannini Dias e Renato Galozzi. “Esse show é mais rock, com mais corpo mesmo. O repertório privilegia o Esmeraldas, mas é óbvio que eu não posso fingir que meus outros discos não existem, pois os fãs pedem (risos)”, comenta Tiê. “Fico muito feliz de voltar ao Nordeste, o público é quente, carinhoso. Espero que os fãs compareçam”, completou.

Se em Sweet Jardim e A Coruja e o Coração, os arranjos delicados e a voz pueril da cantora evidencia uma delicadeza e fragilidade perenes, em Esmeraldas o timbre adocicado permanece, mas o som é mais “barulhento”, como a própria define. Até mesmo a música eletrônica pipoca em algumas faixas, como “Urso”, e outras com tom mais assertivo, a exemplo da música-título.

O que alguns podem categorizar como “adaptação ao mercado”, Tiê rebate. “Minhas canções continuam sendo muito autobiográficas e sinceras, então elas acompanham as fases da minha vida. Claro, nem todas as músicas são de histórias atuais, mas são de coisas que vivi. Esmeraldas saiu mais nervoso porque minha vida está um faniquito mesmo, com muito mais informação”, explicou.

A reportagem completa você confere no jornal Correio da Paraíba deste sábado

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