terça, 22 de agosto de 2017
Cinema
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‘Dunkirk’ é um clímax, com trilha onipresente e histórias entrelaçadas

Redação / 12 de agosto de 2017
Foto: Divulgação
Dunkirk é um grande clímax. Desde a primeira imagem, o filme de Christopher Nolan já está na sua situação-limite: as tropas aliadas encurralas na praia de Dunquerque, à espera dos barcos que salvarão os soldados do cerco nazista.

É um filme de guerra sem combate: o que se tem é um tiro ao alvo, onde os soldados (o foco do filme são os britânicos) não podem fazer nada além de rezar para não serem acertados e escapar até o próximo avião alemão passar atirando.

O filme então se divide em três histórias, com durações diferentes, mas entrelaçadas pela edição e convergindo para o mesmo ponto: o soldado que tenta escapar de qualquer jeito, que dura uma semana; um dos barcos civis convocados para cruzar o Canal da Mancha em resgate (um dia); e dois aviões solitários que voam para dar apoio à retirada (uma hora).

É um filme sempre com a tensão em alta. Talvez por isso, a trilha onipresente de Hans Zimmer, que deixa pouquíssimos momentos de silêncio no filme. Quando aparece um, é emblemático: a última imagem, o rosto do soldado desolado após um discurso patriótico.

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