terça, 17 de julho de 2018

Sony Lacerda
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O nome é Micheline

24 de maio de 2018
São muitas as especulações sobre o nome de quem vai compor a chapa ao lado de Lucélio Cartaxo nas eleições deste ano como candidato a vice. Nas listas de apostas aparecem pelo menos três mulheres que se destacam nas suas áreas de atuação. A ex-deputada Eva Gouveia; da deputada estadual Daniella Ribeiro e a da médica Micheline Rodrigues. E não tenho dúvida de que a escolhida será mesmo esta última pelo trabalho social realizado e pela própria união e composição de parte das forças de oposição no Estado.

É preciso entender o processo para compreender os motivos que levarão Lucélio Cartaxo a apresentar, nos próximos dias, a médica Micheline Rodrigues como pré-candidata a vice. Então, para isso, precisamos voltar um pouco no tempo enquanto o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, ainda era pré-candidato ao Governo do Estado.

Sem a garantia do apoio do PSDB, pressionado por Romero Rodrigues, que também se lançou pré-candidato, Cartaxo desistiu deixando as oposições sem um nome. Romero passou a ser a opção do PSDB, mas aí já não contava com a garantia de apoio de Cartaxo. Observando os riscos de deixar a Prefeitura de Campina Grande para se aventurar, o tucano resolveu anunciaria a desistência da pré-candidatura. Com a permanência nos mandatos dos prefeitos das duas maiores e mais importantes cidades do Estado, o processo voltou a estaca zero.

Cartaxo e Romero passaram a ditar as regras do jogo para a composição da chapa majoritária, deixando o senador Cássio de lado. Com as máquinas administrativas de João Pessoa e Campina Grande e após muita conversa, Cartaxo conseguiu emplacar Lucélio para o Governo da Paraíba e aí caberá a Romero fazer a indicação da vice. Ora, vocês acham que os Cartaxos irão abrir mão do apoio de Romero para vê-lo nos braços do senador José Maranhão? eu respondo: claro que não. Todos sabem que é importante, para garantir pelo menos o segundo turno, que os dois prefeitos com maior força eleitoral estejam unidos em trono de uma única candidatura.

Parados

A falta de combustíveis nos postos de gasolina da Paraíba afetará também as agendas dos deputados estaduais e federais durante o final de semana. Com viagens marcadas para visitar as bases pelo interior, já tem parlamentar admitindo o adiamento dos compromissos por conta da paralisação realizada por caminhoneiros.

Disputa

Não está nada fácil para o pré-candidato João Azevedo administrar a crise entre o Democratas e o PT para composição da chapa majoritária. Os partidos reivindicam espaços, mas os petistas não aceitam a presença de Efraim.

Pedido

Mesmo com o pedido pessoal feito pelo presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia, para que os colegas estivessem presentes na sessão ordinária de ontem, apenas a metade compareceu. Alguns estavam em Brasília.

Recado

O governador Ricardo Coutinho chegou a dizer que gostaria da presença e apoio do PT, mas que não pode forçar a presença de ninguém na caminhada.

Na mira

O Ministério Público instaurou inquérito para investigar o prefeito de São Bento, Jarques Lúcio. Será investigada suposta fraude em licitação.

Como sempre

O deputado Ricardo Barbosa não se cansa de ser deselegante e até mesmo grosseiro com alguns colegas durante as sessões na Assembleia Legislativa. Ontem foi a vez da deputada Camila Toscano comprovar a falta de educação do parlamentar que chegou a perguntar se ela não tinha aprendido a contar durante a infância. Lamentável!

Solução 1

O deputado federal Benjamin Maranhão afirmou que defende que a redução da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) seja uma realidade não apenas em relação ao óleo diesel, mas também para gasolina.

Solução 2

Ele destacou ainda que uma solução para alta na gasolina seria baratear o etanol e assim os motoristas teriam mais uma opção para abastecer.

Apoio 1

A Famup e o Conselho Regional de Contabilidade aderiram à causa dos advogados municipalistas e contadores e assinaram petição solicitando habilitação na ação movida pela Apam, junto ao Conselho Nacional do Ministério Público.

Apoio 2

A ação movida pela Apam pede a suspensão das orientações de promotores paraibanos sobre a contratação de advogados por inexigibilidade de licitação.

 

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