terça, 12 de dezembro de 2017

Renato Félix
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Hit parade retrospectivo

29 de novembro de 2017
O ano de 2017 já está quase acabando, mas ainda dá para, se quisermos, fazer uma série de listas retrospectivas. Não do ano, mas do que está fazendo 20, 30, 40 anos ou mais. Por exemplo, música. Você lembra o que estava acontecendo de melhor no quesito há 30 anos?

Em 1987, eu tinha 13, 14 anos. A fase em que a gente começa a ouvir mais música e uma bela época para isso. Meus hits pessoais daquele ano são liderados por "Luka", da Suzanne Vega. Uma das minhas canções preferidas de todos os tempos. Logo atrás vem "Walk like an Egyptian", das Bangles, um dos meus conjuntos (ainda se fala "conjunto"?) preferidos. Ainda teve "The way it is", de Bruce Hornsby and the Range, "Don't get me wrong", com The Pretenders, e, claro, "Faroeste caboclo", da Legião.

Em 1977, eu evidentemente não ouvia rádio. Mas, daqui de hoje, eu tenho as minhas preferidas. "Dancing queen", do Abba, hit naquele ano, é imbatível. Foi o ano de "Dreams", do Fleetwood Mac, "Give a little bit", do Supertramp, e, principalmente, "Nobody does it better", da Carly Simon. Raul Seixas cantava simplesmente "Maluco beleza".

1967 foi o ano do Sgt. Pepper's, e só aí já é difícil escolher só algumas. "A day in the life" foi eleita a melhor do disco, em enquete realizada aqui no CORREIO com alguns beatlemaníacos nos 50 anos do disco. Mas foi ano em que Lulu cantou o hino escolar "To sir, with love" e os Monkees atacaram de "I'm a believer". De Frankie Valli, "Can't take my eyer off you"; dos Doors, "Light my fire"; de Aretha, gente, "Respect"!

E o festival de 1967? Foi o ano de "Alegria, alegria", de Caetano, "Roda viva", de Chico, "Domingo no parque", de Gil, e da vencedora "Ponteio", de Edu Lobo e Capinam.

E, para não dizer que não falei de 1997, uma das minhas cantoras preferidas, Jewel, surgiu ali, com "You were meant for me" e "Who will save your soul".

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